FANI - FENÔMENOS ANÔMALOS NÃO IDENTIFICADOS

OVNI (OBJETO VOADOR NÃO IDENTIFICADO)
UFO (UNIDENTIFIED FLYING OBJECT)
OSNI (OBJETO SUBMARINO NÃO IDENTIFICADO)
UAP (UNIDENTIFIED ANOMALOUS PHENOMENA)
FANI (FENÔMENOS ANÔMALOS NÃO IDENTIFICADOS)
PHÉNOMENÈS AÉROSPATIAUX NON IDENTIFIÉS (EM FRANCÊS)
OANI (OBJETOS AÉREOS NÃO IDENTIFICADOS)


INTRODUÇÃO

Logo acima, uma imagem de alta qualidade do quadrimotor turboélice Tupolev TU-95, avião militar da antiga União Soviética, em diversas situações foi considerado inicialmente pela US Air Force ou Força Aérea Americana um UFO ou OVNI, do termo original de uso militar. Ele foi interceptado por caças americanos McDonnell Douglas F-4 Phantom na década de 1980. Logo abaixo, antes da identificação, o Tupolev TU-95 foi considerado um UFO ou OVNI e, depois da identificação, não foi mais considerado assim, porque foi possível identificá-lo pela sua aparência.
O termo OVNI é o acrônimo de Objecto Voador Não Identificado (português europeu) ou Objeto Voador Não Identificado (português brasileiro), também conhecido por UFO - Unidentified Flying Object, em inglês. A expressão foi criada em 1952 pela US Air Force ou Força Aérea dos Estados Unidos para indicar, sinalizar, registrar, descrever ou iniciar um procedimento formal de identificação, interceptação, investigação ou definição de quaisquer objetos voadores ainda não identificados e que, eventualmente, possam ser alvos de procedimentos para criação de tecnologia reversa.

A criação desse acrônimo ocorreu em um cenário de crescente preocupação militar das Forças Armadas dos Estados Unidos com a segurança nacional e a necessidade de padronizar as investigações sobre avistamentos misteriosos no céu. Nos anos mais recentes, já na década atual, o termo UFO - Unidentified Flying Object foi trocado pelos órgãos oficiais americanos para UAP - Unidentified Anomalous Phenomena, que pode ser traduzido como FANI - Fenômenos Anômalos Não Identificados, englobando também objetos ou fenômenos presentes ou se movendo sobre a superfície da água, submerso e movendo-se sobre o solo, sempre antes das identificações.

Aeronaves clandestinas e aeronaves usadas em espionagem, drones, possíveis ataques aéreos de supostos inimigos e mísseis de origem ainda desconhecida são tratados inicialmente como OVNIs - Objetos Voadores Não Identificados sempre antes das identificações. Se forem considerados ameaças ao Estado são necessárias ações militares pontuais. Caso o objeto voador consiga escapar da interceptação e caso não seja possível a identificação é registrado oficialmente como um OVNI.

Um OVNI - Objeto Voador Não Identificado não é necessariamente um disco voador, embora seja comum a associação entre os dois termos ou expressões. Entre os significados do seu termo original e literal inclui qualquer objeto voador ou fenômeno, natural ou artificial, não identificado e/ou detectado visualmente ou por radares, cuja natureza não é conhecida de imediato.

A expressão OSNI - Objeto Submarino Não Identificado é usada por navegadores, entre eles militares em horário de trabalho, investigadores, acadêmicos, pesquisadores ou cientistas, entre eles ufólogos, autoridades do poder público, entre outros, para apontar, testemunhar, levantar a hipótese, relatar, registrar, descrever ou iniciar um procedimento formal ou informal de identificação, de interceptação ou abordagem, de observação ou de investigação  sobre  qualquer objeto ou fenômeno a princípio estranho, de origem humana ou supostamente não humana, de percepção óptica, mecânica ou eletrônica (incluindo sonares, sonoboias, radares, sensores eletro-ópticos e os detectores de anomalias eletromagnéticas) não completa, não totalmente clara ou simplesmente desconhecida e incompreensível, observado ou percebido dentro da água e que permanece não identificado até mesmo depois da investigação completa.

A ORIGEM DO TERMO
Logo acima, cópia de um documento oficial do Governo dos Estados Unidos em que a questão dos OVNIS - Objetos Voadores Não Identificados é tratada com seriedade e critério técnico, sem sensacionalismo. A questão dos OVNIS é séria, mas demanda uma abordagem cautelosa. Geralmente o termo OVNI é associado com discos voadores e extraterrestres, é uma tendência natural da humanidade fazer essa ligação, mas a grande maioria das aparições pode ser explicada logicamente. Logo abaixo, Edward Ruppelt, o então capitão das Forças Armadas dos Estados Unidos, até onde se sabe o criador do termo UFO. Acredita-se que ele tenha sido "pressionado", de alguma forma, pelo próprio governo, a "desconsiderar" a hipótese ou possibilidade de existência de tecnologia inteligente não humana, ignorando sinais neste sentido. 
Tudo começou em 1947, quando o piloto civil americano Kenneth Arnold avistou nove objetos brilhantes voando em velocidade impressionante, realizando manobras impensáveis para equipamentos civis e militares perto do Monte Rainier, no estado de Washington. Ao descrever o movimento dos objetos à imprensa, ele disse que eles se moviam "como um disco saltando na água". A partir dali, os jornais cunharam a expressão "flying saucer", traduzindo "disco voador".

O termo ganhou projeção nacional, se popularizou, e gerou uma onda de relatos semelhantes por parte da população civil por todo o país, alimentada pelo medo de espionagem tecnológica, ameaças ou potenciais ataques por parte da União Soviética, já que a Guerra Fria estava começando.

Na época, a Força Aérea dos Estados Unidos precisava investigar esses relatos de forma técnica, séria e, acima de tudo, livre do sensacionalismo que a expressão "disco voador" carregava. O homem responsável por cunhar e oficializar o termo UFO - Unidentified Flying Object foi o então capitão Edward J. Ruppelt, que assumiu a chefia do projeto Blue Book em 1951, o braço oficial de investigação de fenômenos aéreos não identificados da USAF ou US Air Force.

As principais circunstâncias e motivos para a mudança do termo foram:
  • Neutralidade científica: Ruppelt considerava o termo "disco voador" inadequado porque assumia, de antemão, o formato do objeto (muitos relatórios falavam em charutos, esferas, luzes ou triângulos) e evocava imediatamente a ideia popular de naves alienígenas.
  • Foco militar: O objetivo era puramente analítico. O termo UFO - Unidentified Flying Objects servia para catalogar estatisticamente qualquer objeto no céu que não pudesse ser identificado imediatamente por especialistas após uma análise visual ou de radar.
  • Segurança de voo e defesa: Durante os primeiros anos da década de 1950, o espaço aéreo americano foi violado por balões meteorológicos, novas aeronaves secretas e fenômenos naturais. Era crucial separar o que era equívoco de percepção do que poderia ser uma ameaça militar real.

Assim, o capitão Edward Ruppelt consolidou o uso do termo para o grande público em 1956, quando publicou o livro The Report on Unidentified Flying Objects, traduzindo O Relatório Sobre Objetos Voadores Não Identificados, a primeira obra a explicar a lógica por trás das investigações militares.

À medida que os manuais militares e a literatura técnica americana foram traduzidos para outras línguas, surgiram os equivalentes literais em outras línguas. No Brasil e em Portugal, por exemplo, a sigla OVNI - Objeto Voador Não Identificado passou a ser utilizada regularmente pela FAB - Força Aérea Brasileira e pela imprensa a partir do final da década de 1950 e início dos anos 1960, substituindo gradativamente as expressões populares da época.

Embora a sigla UFO - Unidentified Flying Object continue sendo amplamente utilizada pela cultura popular e pela Ufologia, nos últimos anos as autoridades militares e científicas americanas, como o Pentágono e a NASA, por exemplo, começaram a adotar oficialmente um novo termo, UAP - Unidentified Anomalous Phenomena, traduzindo FANI - Fenômenos Anômalos Não Identificados. A mudança ocorreu para expandir o escopo das investigações, incluindo fenômenos observados não apenas no ar, mas também na água ou transitando entre diferentes meios.

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS

Logo acima, uma imagem vale mais que mil palavras, diz o ditado. As câmeras fotográficas não mentem, jamais. Quem ousaria duvidar da sanidade mental delas? Logo abaixo, uma imagem icônica, obtida a partir de um vídeo digital gravado a bordo de um caça militar americano Boeing F/A-18E/F Super Hornet, da US Navy ou Marinha dos Estados Unidos, fenômeno ocorrido em 2004, em território americano. Detalhe importante: A imagem foi reconhecida ou confirmada oficialmente pelo Governo dos Estados Unidos, como real, embora inexplicável.

Os UFO’s – Unidentified Flying Objects, em inglês, conhecidos também como OVNI’s – Objetos Voadores Não Identificados, em português, são fenômenos observados ou detectados no campo aeroespacial e/ou espacial terrestre, visualmente, por radares ou outros equipamentos de vigilância, para os quais não há uma explicação lógica oficialmente reconhecida pelos órgãos de controle de tráfego aéreo, embora sua existência já seja parcialmente reconhecida ou confirmada por segmentos de órgãos militares de países desenvolvidos e em desenvolvimento, inclusive pelas Forças Armadas dos Estados Unidos.

É importante que o leitor entenda o seguinte, o fato de um órgão público, militar ou civil, não dar ou se recusar a dar uma explicação lógica para o fenômeno OVNI / UFO, ou simplesmente não reconhecer a sua existência, não significa necessariamente que ele não exista... Além disso, é necessário considerar a hipótese (lembrando que hipótese não é uma certeza) que tais objetos voadores sejam de origem humana, mas classificados, ou seja, mantidos em sigilo por órgãos públicos civis e/ou militares, como, por exemplo, agências governamentais e privadas de inteligência, forças armadas e institutos de pesquisa parceiros de governos no desenvolvimento de novas tecnologias civis e/ou militares...

Entre os fenômenos mais icônicos já registrados na história esteve a aparição noturna inexplicável de pelo menos 10 objetos voadores sobre Washington, a capital dos Estados Unidos, em 1952, durante a administração do então presidente Harry Truman, que, segundo dizem, se mostrou, no mínimo, tenso com a situação inusitada. Então, a partir de 1953, o Governo dos Estados Unidos impôs regras rígidas sobre as investigações oficiais dos fenômenos aéreos inexplicáveis, ou seja, eles passaram a ser investigados sigilosamente pelas Forças Armadas dos Estados Unidos, pelas agências de inteligência e por instituições de pesquisa ligadas ao Governo Americano.

De fato, desde o século XIX, com a invenção da câmera fotográfica e da câmera de cinema, e, posteriormente, da câmera de vídeo VHS e do telefone celular com câmera de vídeo digital, a humanidade registrou e/ou relatou milhares (literalmente) de avistamentos e/ou fenômenos inexplicáveis e/ou sem uma explicação lógica satisfatória. Calcula-se que cerca de 90% ou 95% (essa porcentagem varia, dependendo da fonte consultada) do número total de avistamentos e/ou detecções tecnológicas tenham uma explicação lógica, como, por exemplo, aviões, helicópteros, satélites de órbita baixa, balões meteorológicos, meteoritos ou meteorolos entrando na atmosfera terrestre, drones, foguetes lançadores de satélites e ou mísseis, entre outros.

Por outro lado, ainda não há explicação satisfatória para os 10% restantes de fenômenos avistados e/ou detectados, o que levanta inúmeras suspeitas, dos mais variados tipos, incluindo as chamadas teorias de conspiração e a existência extraterrestre inteligente, que já teria sido, inclusive, constatada por praticamente todas as forças armadas do planeta, e, por algum motivo, escondida, literalmente, da população...

O acrônimo UFO – Unidentified Flying Object, cuja tradução para o português é OVNI – Objeto Voador Não Identificado, foi criado oficialmente na década de 1950 pela US Air Force ou Força Aérea dos Estados Unidos, no contexto do projeto Blue Book ou, traduzindo, Livro Azul, destinado a coletar, catalogar, investigar, interpretar, esclarecer e apresentar uma conclusão a respeito de inúmeros avistamentos e/ou detecções da presença estranha de objetos voadores não identificados em território americano.

Entre os principais integrantes desse projeto estava o capitão Edward Ruppelt, o diretor do Blue Book, um militar americano, piloto na 2ª Guerra Mundial, que, “aparentemente”, assumiu uma posição neutra, desapaixonada, imparcial e meio cética em relação aos tais objetos voadores não identificados. Há quem diga que, na verdade, a partir dos primeiros resultados das investigações realizadas ele teria sido “pressionado” pelos seus superiores hierárquicos a apresentar “conclusões manipuladas” sobre o material coletado durante as investigações, portanto negando a origem alienígena nos tais fenômenos.

Esse projeto foi oficialmente suspenso em 1969, com um total de 12.618 fenômenos catalogados, e, a partir de 2015, seus arquivos foram desclassificados, ou seja, estão parcialmente disponíveis para acesso público a partir dos Arquivos Nacionais dos Estados Unidos, em Washington, a capital do país. Desse total de fenômenos investigados, cerca de 700 foram considerados inexplicáveis, ou seja, o próprio sistema de investigação sinalizou, de forma implícita, muito discreta ou subentendida, que havia sim, uma probabilidade ou possibilidade “aberta” sobre a origem ou natureza dessa pequena porcentagem de fenômenos.

OVNIS, DISCOS E ET’S

Praticamente não há mais dúvidas de que o fenômeno OVNI / UFO é sério: Vários presidentes dos Estados Unidos, por exemplo, e também autoridades de outros países já afirmaram ou deram sinais públicos de que levam a sério o fenômeno OVNI / UFO; de que presenciaram esse fenômeno em algum momento de suas vidas, dentro ou fora, antes, durante ou depois do serviço público; e/ou que afirmaram que simplesmente acreditam na existência de discos voadores e extraterrestres. Além de presidentes em geral, outras altas autoridades do serviço público, a maioria deles do lado ocidental do planeta, também deram sinais nessa direção.


Vários presidentes dos Estados Unidos, por exemplo, já comentaram publicamente sobre o fenômeno OVNI / UFO (ou UAP’s, na sigla moderna), com posturas que variam desde relatos de avistamentos pessoais até a admissão de que o governo possui registros inexplicáveis. Logo abaixo estão os presidentes que deram os sinais mais claros sobre o tema, nessa direção:


Jimmy Carter, entre 1977 e 1981, quando afirmou que tanto levava o assunto a sério que chegou a ter protocolado um relatório oficial de avistamento antes de assumir o cargo. Em 1969, ele afirmou que estava em Leary, na Geórgia, para uma reunião da sociedade filantrópica Lions Club e, por volta das 19 horas, ele e outras 20 pessoas viram um objeto brilhante no céu, que mudava de cor, do azul para o vermelho e branco, e parecia se aproximar e recuar, alternadamente e/ou aleatoriamente. Porém, esse relato dele só foi oficializado em 1973. Durante a campanha de 1976, ele prometeu: "Se eu me tornar presidente, tornarei públicos todos as informações que este país tem sobre avistamentos de OVNIs". Mais tarde, ele moderou a fala por questões de segurança nacional.


Ronald Reagan, entre 1981 e 1989, quando afirmou publicamente que relatou formalmente aos militares americanos um avistamento em 1974, quando ele estava em viagem oficial como governador da Califórnia, no jato governamental, aproximando-se de Bakersfield, quando, juntamente com os pilotos e dois seguranças, viram uma luz branca brilhante que acelerou abruptamente, de forma impossível para a tecnologia humana da época. Além disso, em algumas ocasiões, inclusive em declaração pública na ONU – Organização das Nações Unidas, ele mencionava a possibilidade de uma "ameaça alienígena" unificar o mundo. Em 1987, na Assembleia Geral da ONU, ele disse: "Ocasionalmente penso na rapidez com que nossas diferenças em todo o mundo desapareceriam se estivéssemos enfrentando uma ameaça alienígena de fora deste mundo".


Bill Clinton, entre 1993 e 2001, durante seu governo, e depois, com ex-presidente, quando afirmou publicamente que ordenou investigações governamentais para esclarecer os detalhes sobre a Área 51 e o famoso incidente de Roswell, em 1947. Mais adiante, já como ex-presidente, em 2014, no programa Jimmy Kimmel, da rede ABC, ele afirmou que pediu a seu assessor, Webster Hubbell, para descobrir se havia corpos de alienígenas escondidos em território americano. Ele disse: "Mandei revisarem os documentos de Roswell, se houvesse alienígenas lá, eu gostaria de saber". Ele afirmou que não encontrou nada conclusivo, mas que "não ficaria surpreso" se fôssemos visitados algum dia.


Barack Obama, entre 2009 e 2017, durante seu governo, e depois, como ex-presidente. Ele foi o presidente mais explícito em admitir que existem objetos no céu que o governo não consegue identificar ou explicar. Em maio de 2021, ele deu uma entrevista ao The Late Late Show, com o apresentador James Corden, fazendo afirmações sobre os vídeos desclassificados pela Marinha. Ele disse "O que é verdade, e estou falando sério aqui, é que existem imagens e registros de objetos nos céus que não sabemos exatamente o que são. Não conseguimos explicar como se movem, sua trajetória, etc... eles não tinham um padrão facilmente explicável". Mais recentemente, em 2026, durante uma entrevista para o apresentador de podcasts e youtuber Bryan Cohen, ele afirmou claramente, sem margem para ambiguidades, que “os ET’s existem”, mas que se eles estão na Área 51, mantido por órgãos governamentais, ele não está sabendo.


Donald Trump, entre 2017 e 2021 e a partir de 2025, em que, num primeiro momento, durante alguns anos, demostrou algum ceticismo em relação ao fenômeno OVNI / UFO, embora sem ridicularizá-lo, mas que, depois de algum tempo, assumiu uma postura mais assertiva, no sentido contrário, afirmando que deu ordens expressas para que o Governo dos Estados Unidos libere o maior número e variedade possível de documentos a respeito do tema, inclusive ele afirmando que parte desse material antes classificado como sigiloso são "muito interessantes", incluindo materiais sobre o caso Roswell. Por exemplo, em 2020, em uma entrevista, quando perguntado se liberaria informações sobre Roswell, ele respondeu: "Não vou falar com você sobre o que eu sei, mas é muito interessante". Em outras ocasiões, ele confirmou ter sido "comunicado oficialmente" que pilotos da Marinha dos Estados Unidos viram coisas estranhas no céu, durante a realização de missões e/ou durante treinamento.


Além desses presidentes citados acima, Gerald Ford, em 1966, na época como congressista, exigiu uma investigação do Congresso dos Estados Unidos sobre avistamentos em massa em Michigan, afirmando que o público merecia explicações melhores do que "gás do pântano"; Harry Truman, em 1952, após o famoso "Washington Flap" (luzes sobre a capital), afirmou na TV que o fenômeno era discutido em todas as reuniões de segurança, embora de forma vaga.


OS OSNIS

Os OSNIs - Objetos Submarinos Não Identificados são os análogos marítimos ou fluviais dos OVNIs, estes os objetos voadores não identificados. Não é raro os objetos submergíveis ou submersos não identificados considerados OSNIs - Objetos Submarinos Não Identificados serem vistos ou percebidos por pessoas que também estudam os OVNIs, os objetos voadores não identificados, como um fenômeno semelhante, talvez também altamente tecnológico e desconhecido da humanidade em geral, mas encontrado na água em vez de na atmosfera ou no espaço.


As principais características desses fenômenos ou objetos são que suportam pressões extremas que qualquer outro submarino militar moderno conhecido não poderia suportar, mais de 3 toneladas por centímetro quadrado, são capazes de alcançar uma impressionante velocidade dentro d'água e manter uma manobrabilidade até agora impensável, absolutamente improvável, praticamente impossível, para um objeto submarino de origem humana num meio fluido. A maioria tem mobilidade simultânea na água e no ar, tratando-se de objetos submergíveis e voadores. Os países ou regiões que acumulam o maior número de avistamentos e/ou relatos de OSNIs - Objetos Submarinos Não Identificados são Porto Rico, este uma ilha que, atualmente, é território dos Estados Unidos; Japão, principalmente no chamado Triângulo do Dragão; Rússia; Escandinávia; e águas territoriais dos Estados Unidos ou próximas a ele, principalmente no chamado Triângulo das Bermudas.

A provável, possível ou suposta existência de naves ou embarcações de origem alienígena não é reconhecida oficialmente pela grande maioria dos governos mundiais. Porém, para investigadores ou pesquisadores civis independentes, principalmente ufólogos, resta apenas saber por que esses governos negam a existência deles e até quando farão isso... Há quem diga que a maioria da elite mundial já tem certeza da existência de naves alienígenas e seres inteligentes ou relativamente inteligentes de outros planetas, mas não faz afirmações categóricas ou explícitas e públicas porque teme perder credibilidade se fizer, assim o assunto continua sendo tratado por ela com discrição, reservadamente, ou em off, no jargão jornalístico...

INTERPRETAÇÕES
Logo acima, um suposto OVNI triangular, avistado e fotografado em 1990, na Valônia, Bélgica. Eles conseguem acelerar instantaneamente, do zero a milhares de quilômetros por hora em apenas um segundo, literalmente, desafiando a lógica da inércia, plenamente conhecida e aceita pela ciência humana. Em princípio, o corpo humano não suportaria essas acelerações abruptas. É simplesmente impossível para o corpo humano, até mesmo para o indivíduo mais bem treinado... Logo abaixo, um suposto OVNI avistado em 1952 na cidade de Passaic, Nova Jersey, Estados Unidos.
Avistamentos ou detecções de OVNIs - Objetos Voadores Não Identificados não são raros no trabalho de profissionais das aviações civil e militar, entre eles aeronautas e aeroviários. Até mesmo entre astronautas há rumores da existência dessa tecnologia, com alguns deles, já aposentados, afirmando explicitamente terem certeza da existência deles. Na análise de especialistas em aviação, especialistas em comunicações por satélite e meteorologistas, a maior parte dos fenômenos ou objetos inicialmente tratados como OVNIs pelas tripulações de aeronaves e aeroviários são posteriormente identificados, são aeronaves (aviões, helicópteros e balões), drones (veículos aéreos não tripulados) civis e/ou militares, satélites artificiais de baixa órbita e balões meteorológicos e de festas juninas. O curioso é que justamente essa menor parte de avistamentos estranhos continua sem uma explicação satisfatória...

Também são inicialmente tratados como OVNIs - Objetos Voadores Não Identificados alguns fenômenos naturais, certas condições naturais como o acúmulo de grande quantidade de material orgânico se decompondo, que podem ocasionar fenômenos raros como a combustão dos gases, as chamadas "bolas de fogo", na linguagem popular.

Em certas épocas do ano os planetas Mercúrio, Vênus, Júpiter, Marte e Saturno são visíveis a olho nu, com os curiosos aspectos de pontos luminosos no céu. Em localidades rurais, em que não há grande número de luzes artificiais em solo, é mais ou menos comum o avistamento de meteoritos e lixo espacial entrando na atmosfera terrestre.

Por outro lado, há hipóteses sérias de existência de vida inteligente em outros planetas, os muitos sinais bem claros do que se supõe serem atividades de seres extraterrestres inteligentes em naves alienígenas e controlando remotamente sondas alienígenas despertam a curiosidade de muitas pessoas das mais variadas classes sociais, níveis educacionais e culturais, e até mesmo das mais variadas religiões. De fato, há ocorrências sérias consideradas ainda inexplicáveis de OVNIs - Objetos Voadores Não Identificados que despertam a imaginação e levantam suposições sobre a existência de seres inteligentes visitando e executando “missões exploratórias” minuciosas e muito sofisticadas no planeta Terra.

Entre os casos mais conhecidos e emblemáticos, e que ainda hoje desperta curiosidade, está o da queda de um objeto estranho, em Roswell, em 1947, nos Estados Unidos, na sequência da qual, segundo testemunhas, havia corpos alienígenas juntos aos destroços da nave interplanetária. O episódio ficou conhecido como Caso Roswell. Este caso foi oficialmente considerado encerrado pelas Forças Armadas dos Estados Unidos em 1997, cerca de 50 anos mais tarde, quando o governo americano disponibilizou os relatórios oficiais.

AVISTAMENTOS NO BRASIL
No Brasil, existem diversas regiões nas quais os relatos de avistamento de OVNIs - Objetos Voadores Não Identificados foram ou são frequentes, sendo que em várias delas os OVNIs fazem parte da própria cultura local da região. Dentre elas, podem-se destacar:
  • O interior e o litoral do Estado de São Paulo, com destaque para as cidades de Riolândia, Buritama, Analândia, Botucatu, Araçoiaba da Serra e Peruíbe;
  • O Sul de Minas Gerais, com destaque para as cidades de Varginha, São Thomé das Letras e Guaxupé;
  • O Sul do Piauí, com destaque para o Parque Nacional da Serra da Capivara;
  • A Chapada dos Guimarães e a Serra do Roncador, no Mato Grosso;
  • A Chapada dos Veadeiros, em Goiás, com destaque para o Vale da Lua;
  • A Chapada Diamantina, na Bahia;
  • O Interior do Ceará, com destaque para as cidades de Quixadá e Itatira;
  • A Ilha de Marajó e o litoral do estado do Pará;
  • A Serra da Beleza, no interior do Rio de Janeiro, entre os municípios de Valença, Barra do Piraí e Barra Mansa;
  • O litoral do Rio de Janeiro, com destaque para a cidade de Niterói;
  • O Planalto da Borborema, nos estados de Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte;

REGULAMENTAÇÃO DA FORÇA AÉREA BRASILEIRA

Logo acima, uma típica imagem de uma torre de controle de tráfego aéreo no Brasil, operada pela FAB - Força Aérea Brasileira. O controle do espaço aéreo brasileiro é uma atribuição exclusiva das Forças Armadas Brasileiras, por meio do DECEA - Departamento de Controle do Espaço Aéreo, da Aeronáutica Brasileira. Logo abaixo, um mapa do lado leste do estado de São Paulo, lado sul de Minas Gerais e lado oeste do estado do Rio de Janeiro, com os pontos em que foram avistados OVNIS / UFOS em 1986, fenômenos inclusive admitidos oficialmente pelo Governo Brasileiro. Este evento ficou conhecido nacionalmente como A Noite dos Discos Voadores. 
Em 19 de maio de 1986, durante a noite, o então presidente da república brasileiro José Sarney foi comunicado oficialmente, às pressas, no Palácio do Planalto, por meio da FAB - Força Aérea Brasileira, sobre um evento até então inexplicável, o avistamento, por parte de observadores militares e civis, tanto em terra firme quanto em voo a bordo de aeronaves, de objetos voadores não identificados sobrevoando o território brasileiro realizando manobras a altíssimas velocidades.

O protocolo oficial das Forças Armadas Brasileiras determinava e determina que qualquer evento em que há qualquer veículo, equipamento, artefato ou aparelho em ou sobre território brasileiro que, eventualmente ou potencialmente, coloque em risco a segurança nacional deve ser comunicado ao presidente da República.

Esse evento, embora tenha se mostrado, na prática, inofensivo, ficou popularmente conhecido no Brasil como A Noite dos OVNIS, A Noite dos Discos Voadores ou Festival dos Discos Voadores, um dos episódios ufológicos mais conhecidos da história brasileira, ao lado, é claro, de outros episódios muito conhecidos, como O Caso ET de Varginha, em 1996, e a Operação Prato, em 1977, e foi oficialmente classificado como uma série de avistamentos de OVNIS, em 1986, não necessariamente de discos voadores.

Esse episódio de grande importância para a Ufologia Brasileira, envolveu o avistamento, registro e/ou constatação da aparição de OVNIS - Objetos Voadores Não Identificados por meio de radares do controle de espaço aéreo brasileiro, radares de aeronaves militares usadas para interceptação ou acompanhamento do fenômeno, e avistamentos a olho nu, tanto a bordo de aviões militares e civis quanto a partir de terra firme, entre eles uma figura importante como testemunha, o então presidente da EMBRAER - Empresa Brasileira de Aeronáutica, o militar Ozires Silva, a partir da cabine de um avião turboélice executivo.

Até hoje, após mais de 40 anos, o caso é tratado como inconclusivo pela FAB - Força Aérea Brasileira, oficialmente registrado como um evento relacionado a aparição de OVNI's - Objetos Voadores Não Identificados, até onde se sabe sem consequências mais graves para a segurança nacional. 

Mais tarde, em 2010, a FAB - Força Aérea Brasileira anunciou a regulamentação de normas para pilotos civis em caso de contato com e/ou avistamento de OVNIs - Objetos Voadores Não Identificados, por meio da portaria 551/GC3, com registro oficial das ocorrências para efeito de investigação, catalogação e/ou arquivamento, com preenchimento de um formulário chamado Tráfego Hotel. Sendo um documento da FAB o significado de OVNI está de acordo como o termo militar, porém as Forças Armadas Brasileiras não reconhecem publicamente a existência de naves alienígenas e sondas alienígenas.

FRAUDES
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Infelizmente, uma parte das publicações de fotografias de supostos OVNIs - Objetos Voadores Não Identificados é material adulterado ou fraude. Pessoas mal intencionadas conseguem simular OVNIs por algum tempo usando objetos e truques, em tempos atuais existem até mesmo casos de adulterações de fotografias em programas populares de edição de imagens e mesmo pessoas sem muita experiência em edição de imagens conseguem por alguns momentos enganar e abusar da credulidade e curiosidade da população e, posteriormente, quando analisadas detalhadamente são desmentidas por peritos sérios.

Há também casos de conhecidos ufólogos que perderam credibilidade após análises sérias de imagens e vídeos realizadas por peritos. Grande parte dos relatos registrados em todo o mundo são explicados pela ciência, incluindo alucinações; incluindo simples equívocos de pessoas comuns, sem más intenções; e, infelizmente, incluindo os embustes cometidos por pessoas mal intencionadas e provas documentais forjadas.

Mesmo assim, mesmo com os casos de descobertas de fraudes, o fenômeno OVNI - Objeto Voador Não Identificado caminha para se tornar um assunto sério em rodas de conversas de final de semana das famílias brasileiras e até mesmo entre militares e governantes.

UFOLOGIA
Logo acima, ilustração em língua espanhola de suposto contato de quinto grau com integrante de civilização alienígena. Supõe-se que alienígenas visitam e/ou  fazem "missões exploratórias" no planeta Terra desde o início da era civilizada humana no planeta, há cerca de 6.000 anos antes do nascimento de Jesus Cristo. Na época, eles eram considerados deuses, anjos e/ou demônios, pois a humanidade ainda não conseguia compreendê-los pelo olhar científico. Logo abaixo, ilustração antiga de provável origem oriental, um valioso registro histórico de fenômenos que não eram totalmente compreendidos em civilizações passadas.

Em uma das vertentes da Ufologia mundial, acredita-se que uma pequena parte dos registros visuais analisados com seriedade referem-se a projetos militares secretos, há inclusive declarações inusitadas, impressionantes e surpreendentes de que as Forças Armadas dos Estados Unidos e as forças armadas da Europa Ocidental já dominam e usam altíssima tecnologia alienígena para fins militares. Isso significa que uma parte das tecnologias alienígenas já teria sido copiada / reproduzida para fins militares e de espionagem, inclusive, por meio da chamada engenharia reversa.

Por exemplo: No polêmico livro O Dia Seguinte A Roswell  e numa polêmica entrevista exibida pelo canal History Channel, o militar aposentado e ex-agente da CIA - Central Intelligence Agency (o serviço secreto americano), Philip Corso, afirmou explicitamente, peremptóriamente, sem margem para dúvidas, que as Forças Armadas dos Estados Unidos recolheram, submeteram a análises científicas e reproduziram uma variedade de tecnologias alienígenas, entre elas “bisturi laser”, “óculos de visão noturna” e “fibra ótica”, algumas dessas já usadas para fins militares e civis.

Segundo ele, naves interplanetárias que aceleram repentinamente e viajam a milhares de quilômetros por hora, literalmente, foram apreendidas e analisadas a partir da década de 1940 por militares americanos e civis de diversas nacionalidades, a pedido do Governo dos Estados Unidos, inclusive com a colaboração sigilosa de empresas de alta tecnologia americanas.

CASOS ENIGMÁTICOS

Logo acima, ilustração simplificada do suposto caso Valentich, em 1978, na Austrália, em que um objeto voador não identificado, aparentemente controlado por alguma inteligência desconhecida, "acompanha curiosamente" uma pequena aeronave civil, sem, no entanto, intenção de interceptá-la ou abatê-la. Logo abaixo, imagem do piloto civil americano Kenneth Arnold, uma das primeiras testemunhas da era contemporânea com credibilidade a afirmar, sem margem para dúvidas, que o fenômeno que presenciou em 1947 não pareceria ser alguma tecnologia convencional.

Entre muitos outros, os casos a seguir ainda carecem de explicação científica satisfatória: 
  • O da JAL - Japan Airlines, em que durante o voo 1628 Paris–Tóquio em 1986 foram avistadas luzes seguidas do aparecimento súbito de duas possíveis naves espaciais quando a aeronave sobrevoava o Alasca, um estado norte-americano; 
  • O de 2000, no Chile, quando três helicópteros militares voavam em plena luz do dia e seus tripulantes observaram um objeto pousado no solo que subiu repentinamente até à altura dos aparelhos, colocando-se à sua frente, quase em rota de colisão; 
  • No município de Varginha, no Brasil, em 1996, quando várias testemunhas declararam ter avistado não só um Objeto Voador Não Identificado, mas também os seus tripulantes.
  • A Operação Prato, no estado do Pará e do Maranhão, em 1977, realizada por militares brasileiros da FAB - Força Aérea Brasileira, com registros oficiais de avistamentos de OVNI's, com a participação do então capitão Uyrangê Hollanda, que, anos depois, quando já aposentado, deu testemunho público e inequívoco da existência do fenômeno.

VEJA TAMBÉM

GALERIA DE IMAGENS

CASO ROSWELL (1947)

AVISTAMENTO DE ARNOLD (1947)

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OVNIS NO CINEMA (SPIELBERG)

ET'S NO CINEMA (STAR WARS)

REFERÊNCIAS E SUGESTÃO DE LEITURA

  • Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Objeto_voador_não_identificado
  • Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Encontro_imediato
  • Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Tupolev_Tu-95
  • Wikimedia: Imagens

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