PIPER PA-32 CHEROKEE SIX
PIPER PA-32R LANCE (A PARTIR DE 1976)
PIPER PA-32R LANCE II (A PARTIR DE 1978)
PIPER PA-32R LANCE II TURBO
PIPER PA-32R SARATOGA (A PARTIR DE 1980)
PIPER PA-32R SARATOGA II (A PARTIR DE 1997)
FAMÍLIA PIPER PA-32
EMBRAER EMB-721 SERTANEJO (A PARTIR DE 1975)
EMBRAER EMB-720 MINUANO (A PARTIR DE 1975)
PIPER PA-32R CHEROKEE LANCE
PIPER PA-32 CHEROKEE SIX (A PARTIR DE 1965)
PIPER PA-32 6X (A PARTIR DE 1995)
NARIGUDÃO (APELIDO)
Já o Piper PA-32 Cherokee Six é uma econômica e prática aeronave monomotor a pistão, com construção convencional em alumínio e ligas metálicas, com asa baixa e com trem de pouso retrátil, com capacidade para transportar com razoável conforto um piloto e cinco passageiros em viagens intermunicipais e interestaduais (rotas domésticas), fabricada nos Estados Unidos desde a década de 1960 pela Piper Aircraft, na época considerado um projeto totalmente novo de aeronave, um dos mais modernos da época.
Ambos os modelos de aeronaves, Piper PA-32 Cherokee Six e Piper PA-32R Saratoga / Piper PA-32R Lance também foram produzidas no Brasil sob licenciamento pela Indústria Aeronáutica Neiva, na época uma subsidiária da Embraer - Empresa Brasileira de Aeronáutica, produção mantida até a década de 1990. O modelo de avião monomotor a pistão Piper PA-32R Saratoga, fabricado no Brasil inicialmente pela Embraer, a partir de 1975, e, posteriormente, a partir de 1980, pela sua subsidiária Neiva, foi renomeado para Embraer EMB-721 Sertanejo, uma aeronave simples e econômica. Já o modelo de avião monomotor a pistão Piper PA-32 Cherokee Six, também fabricado no Brasil inicialmente pela Embraer, a partir de 1975, e, posteriormente, a partir de 1980, pela sua subsidiária Neiva, foi renomeado para Embraer EMB-720 Minuano, também uma aeronave simples e econômica. Entre as poucas diferenças de ambos os modelos está o trem de pouso retrátil do Saratoga / Sertanejo e o trem de pouso fixo do Cherokee Six / Minuano.
Todos esses modelos fazem parte da família Piper PA-32, um dos maiores sucessos de vendas da Piper Aircraft, com mais de 7.840 unidades fabricadas, incluindo as unidades de Embraer Sertanejo e Embraer Minuano fabricadas sob licença no Brasil pela Indústria Aeronáutica Neiva, uma subsidiária da Embraer - Empresa Brasileira de Aeronáutica, conhecida atualmente como Unidade Embraer Botucatu, que, atualmente, fabrica apenas o avião agrícola Embraer Ipanema.
Atualmente, nenhum dos modelos da família Piper PA-32 é fabricado em série.
A PIPER AIRCRAFT
A Piper Aircraft Incorporated é, atualmente, uma grande fabricante norte-americana de aeronaves monomotoras e bimotoras leves a pistão e aeronaves monomotoras turboélice de pequeno porte para a chamada aviação geral, incluindo a aviação de treinamento e a aviação executiva. A sua fábrica e sede estão localizadas em Vero Beach, no estado da Flórida, nos Estados Unidos. Ela é uma das mais tradicionais fabricantes de aviões leves para a aviação geral, principalmente a aviação executiva.
Atualmente, ela é propriedade do Governo de Brunei, um pequeno país monárquico do sudeste asiático e é uma das maiores fabricantes de aviões certificados de pequeno porte, a pistão e turboélice, para uso executivo e de treinamento no mundo, incluindo best sellers como o monomotor Piper Malibu, conhecido atualmente como Piper Malibu M350, que está entre os aviões executivos de pequeno porte mais vendidos no mundo.
Conhecida anteriormente, até 1930, como Taylor Brothers Aircraft, até 1937, como Taylor Aircraft, quando foi renomeada para Piper Aircraft, e conhecida a partir de 1995 como New Piper Aircraft, até 2006, quando voltou a se chamar Piper Aircraft, é uma das maiores, mais tradicionais e mais conhecidas fabricantes de aeronaves executivas do mundo.
Atualmente, a Piper Aircraft fabrica o monomotor turboélice premium Piper Malibu M500, conhecido também como Piper Malibu Meridian, o bimotor leve a pistão Piper Seminole e o monomotor a pistão premium Piper Malibu M350, conhecido anteriormente como Piper Malibu Mirage. Há décadas, a Piper Aircraft fabrica também o pequeno, simples e extremamente econômico Piper Archer, para treinamento ou para transporte pessoal e/ou executivo, com capacidade para transportar um piloto e três passageiros em viagens intermunicipais e interestaduais.
A fabricação em larga escala do bimotor executivo a pistão Piper Seneca e dos monomotores executivos, para transporte pessoal e/ou para treinamento Piper Saratoga, Piper Arrow, Piper Cherokee Six e Piper Warrior está suspensa por tempo indeterminado.
Desde sua fundação em 1937, por William Piper, a empresa já fabricou mais de 140.000 aviões, entre monomotores e bimotores leves, entre tracionados por motores a pistão e turboélices. Atualmente, há mais de 90.000 aviões fabricados pela Piper Aircraft em condições normais de operação, nos cinco continentes do planeta.
As principais concorrentes da Piper Aircraft no mercado mundial de aviões leves a pistão e monomotores turboélice são a Textron Aviation (Beechcraft e Cessna), a Cirrus Aircraft e a Mooney Aircraft, essas três dos Estados Unidos, a Diamond Aircraft, da Áustria, a Daher Socata, da França, a Tecnam e a Vulcanair, ambas da Itália, e a Pilatus Aircraft, da Suíça.
PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
Logo acima, uma bela imagem, um elegante Piper Saratoga sobrevoando um típica região litorânea dos Estados Unidos, mas ele também é muito utilizado pelo agronegócio americano, onde ainda são comuns pistas de pouso sem pavimentação. As operações dessa aeronave em pistas de pouso sem pavimentação também são comuns no Brasil e em muitos outros países, principalmente pelo agronegócio, pela agroindústria e pela indústria. Logo abaixo, o Piper Saratoga também foi fabricado sob licença no Brasil, mas com o nome trocado para Embraer Sertanejo, inicialmente pela Embraer e, posteriormente, pela sua subsidiária Neiva, conhecida atualmente como Embraer Unidade Botucatu.
O nome Piper PA-32 é usado, atualmente, pela Piper Aircraft para a sua família de aviões monomotores executivos de pequeno porte e sem pressurização, composta por pelo menos 20 modelos principais que estiveram em linha de produção seriada entre 1965 e 2009, com o mais recente, atualizado e moderno modelo Piper PA-32R-301T Saratoga II Turbo fabricado até 2009, quando a linha de produção dessa família foi descontinuada, totalizando mais de 7.840 unidades fabricadas desde a década de 1960, quando foi lançado o primeiro modelo dessa família, o clássico Piper PA-32-260 Cherokee Six, o modelo original da família, a partir do qual todos os demais membros da família foram fabricados, formando assim uma das famílias de monomotores a pistão de pequeno porte mais vendidas do mundo, em mais de 35 anos de produção seriada.
Desde a década de 1960 esse nome tem sido usado pela Piper Aircraft (mais precisamente de 1965 até 2009, com uma pausa entre 1985 e 1995) para um mesmo projeto básico de avião monomotor a pistão de pequeno porte para um piloto e até cinco passageiros; com construção convencional de seção transversal retangular semimonocoque metálica em alumínio aeronáutico e outras ligas; com fuselagem convencional semimonocoque sem pressurização, mas com um sistema simples de oxigênio disponível como opcional em parte dos modelos vendidos; com asas convencionais metálicas baixas e retas, com diedro positivo e uma longarina para cada asa, com flap manual nos modelos mais antigos e flaps elétricos nos modelos mais modernos; trem de pouso triciclo fixo nos modelos que levam a sigla / nome PA-32 e trem de pouso triciclo retrátil nos modelos que levam a sigla / nome PA-32R, sempre acionado hidraulicamente; geralmente sem sistema de degelo nas asas; sempre com um motor compacto da marca Lycoming com seis cilindros horizontais opostos (configuração boxer), com hélices bipás (de série) ou tripás (opcional) de velocidade constante, dependendo do modelo, a maioria dos modelos com motores aspirados, mas com turbocompressor a partir de 1978 em alguns modelos; e, na grande maioria dos modelos, com cauda com empenagem convencional, mas com estabilizador horizontal do tipo stabilator ou stap-profundor, em uma só peça; dentre outras características em comum.
De modo geral, a família Piper PA-32 é composta por modelos de aviões monomotores executivos com performance bem razoável, dentro da média da performance de seus principais concorrentes, algo entre 250 km/h e 300 km/h de velocidade de cruzeiro, teto de serviço de aproximadamente 5.000 metros, com custo de manutenção e consumo de combustível competitivos, dentro da média de seus principais concorrentes, operando a partir de pistas de pouso pavimentadas, de leito natural ou gramadas com pelo menos 1.000 metros (lotado / dias quentes), com a maioria dos modelos tracionada com motores da tradicional e bem sucedida família Lycoming O-540, fabricados pela americana Lycoming Engines, uma subsidiária da Textron Incorporated, principalmente os modelos ou versões com o motor Lycoming IO-540, aspirado, com injeção mecânica de combustível, com seis cilindros horizontais opostos e refrigeração a ar, com potências variando entre 260 cavalos e 300 cavalos, dependendo de cada sub-versão de motor.
Uma parte dos conceitos utilizados na fabricação do monomotor a pistão Piper Cherokee Six também foi utilizada na fabricação do bimotor a pistão Piper Seneca, da mesma fabricante Piper Aircraft americana, dividindo com ele portanto praticamente o mesmo design da cabine de passageiros. Nesse contexto, a maior diferença do Seneca está no nariz e, é óbvio, os seus dois motores, enquanto o inteligente estabilizador horizontal é do mesmo conceito stabilator, em que o estabilizador horizontal é móvel e em uma só peça, atuando também como profundor.
Em relação aos seus principais concorrentes Cessna 206 Stationair, Beechcraft Bonanza e Cessna 210 Centurion, o modelo Piper PA-32R Saratoga, por exemplo, possui fuselagem um pouco mais larga, portanto com um pouco mais de espaço para os passageiros, mas perde um pouco em performance, pois a aerodinâmica do Bonanza e do Centurion é mais refinada.
As versões mais modernas do Piper Saratoga, fabricadas até 2009 pela Piper Aircraft nos Estados Unidos, possuem uma boa variedade de itens de navegação e conforto, incluindo o ar-condicionado, o sistema de navegação EFIS - Electronic Flight Instrument System e os indispensáveis stormscope, GPS - Global Positioning System e TCAS - Traffic Collision Avoidance System. Esses três itens de navegação são altamente recomendados pelo blog, por uma razão de segurança de voo. Eles podem ser instalados até nos modelos mais antigos da família Piper PA-32, a pedido do proprietário da aeronave, por meio de retrofits e upgrades.
O grande sucesso do projeto Piper PA-32, uma família de monomotores leves a pistão com seis assentos, é o resultado de uma feliz combinação de características positivas, dentre elas o conjunto bem equilibrado, com espaço interno e performance bem razoável; design elegante da fuselagem, das asas e da empenagem; trem de pouso com amortecedores capazes de suportar decolagens e pousos moderados a partir de pistas de pouso sem pavimentação; e com performance dentro da média dos principais concorrentes.
Todos os modelos de aviões da família Piper PA-32 estão homologados dentro das regras de certificação FAR Part 23, da autoridade reguladora FAA – Federal Aviation Administration, equivalentes às regras RBAC 23, da ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil, o que significa que eles seguem os padrões mundiais intermediários de regras de certificação, com padrão de construção dentro da média do mercado, com robustez estrutural suficiente para uma operação consciente, responsável e experiente e confiabilidade mecânica, elétrica, hidráulica e eletrônica, com os modelos fabricados nas décadas mais recentes dispondo das tecnologias de navegação mais precisas, o que resulta em um voo mais seguro, inclusive com GPS com moving map, um instrumento altamente recomendado pelo blog, por uma razão de segurança de voo.
O Piper Saratoga, por exemplo, conhecido também como Piper PA-32R, foi lançado originalmente em 1980, tendo como antecessor o Piper Cherokee Lance, preservando parte de suas características principais, incluindo o trem de pouso retrátil. A principal e mais visível diferença entre o Lance e o Saratoga é a asa afilada do Saratoga, portanto mais aerodinâmica, um avião mais elegante que seu antecessor, com um pequeno ganho na sua velocidade de cruzeiro em relação ao seu irmão mais antigo. Já o Piper Lance é um derivado melhorado do monomotor a pistão Piper Cherokee Six, seu irmão mais antigo, por sua vez com trem de pouso fixo.
No entanto, para quem precisa viajar com frequência para Europa, África, Ásia e América do Norte é aconselhável comprar ou alugar (fretar) um avião de alcance maior, um jato executivo intercontinental, ou embarcar em avião comercial a jato de companhia aérea regular, pois a vocação dos aviões da família Piper PA-32 são os voos intermunicipais, interestaduais ou internacionais dentro de um mesmo continente, dentro da América do Sul, por exemplo.
A família Piper PA-32 surgiu no início da década de 1960 a partir da percepção dos investidores, executivos e projetistas da então Piper Aircraft sobre o aquecido mercado mundial de aviões executivos de pequeno porte, na época com predominância de modelos monomotores e bimotores a pistão, incluindo os motores a pistão boxer e radiais, a grande maioria deles sem pressurização de cabine. Na época, o fundador da empresa, William Piper, quando ainda vivo, era considerado o "Henry Ford da Aviação", um alusão ao fundador da Ford Motor Company, a empresa que popularizou o automóvel, nas décadas de 1900, 1910 e 1920, com o modelo Ford T, com mais de 15.000.000 de unidades fabricadas.
Com o surgimento das famílias de motores boxer Lycoming O-360, de quatro cilindros, e Lycoming O-540, de seis cilindros, ambos na década de 1950, desenvolvidos e fabricados nos Estados Unidos pela AVCO-Lycoming Engines (pronuncia-se Láicãmin Éndins), surgiu a primeira grande oportunidade para a Piper Aircraft dar um importante salto qualitativo nos seus projetos de aeronaves executivas, inclusive deixando de lado aqueles velhos e ultrapassados motores radiais a pistão, beberrões, barulhentos, pesados e complicados, dando origem assim a duas famílias de aviões executivos a pistão mais bonitos, refinados, menos ruidoso, mais econômicos e mais confiáveis, os então novatos Piper PA-32 Cherokee Six, um monomotor, introduzido no mercado em 1965, e Piper PA-34 Seneca, um bimotor, introduzido em 1971.
Em 1963, a Piper Aircraft realizou o primeiro voo do protótipo chamado Piper PA-32-250 Cherokee Six, com 250 cavalos ou hp, conhecido também como Piper PA-32 Cherokee 6, uma alusão óbvia a sua capacidade de seis assentos, um modelo de avião quase completamente novo em relação aos modelos de aviões que ela já fabricava em série, com homologação pela FAA – Federal Aviation Administration alcançada em 1965, dentro da categoria FAR Part 23, com introdução no mercado no mesmo ano, mas com o modelo original renomeado para Piper PA-32-260 Cherokee Six, com potência melhorada para 260 cavalos ou hp.
Já o modelo Piper PA-32R Lance, lançado em 1976, conhecido posteriormente como Piper PA-32 Saratoga, a partir de 1980, quando recebeu uma asa melhorada, mais afilada para melhorar a aerodinâmica, é uma versão com trem de pouso retrátil da mesma família. Na prática, é quase o mesmo avião, mas o Saratoga tem asa afilada. O objetivo da Piper Aircraft com essa família de monomotores a pistão para seis ocupantes era fabricar um avião para competir em um segmento de mercado da aviação executiva formado por clientes com alto poder aquisitivo, geralmente fazendeiros, empresários e profissionais liberais, com alcance suficiente para viagens non-stop intermunicipais, interestaduais e até internacionais dentro de um mesmo continente, na Europa Ocidental, por exemplo, com ou sem uma escala para reabastecimento, a bordo de um avião executivo razoavelmente confortável, mas nada excepcional.
Com o passar do tempo, principalmente a partir da década de 1990, a família Piper PA-32 ganhou versões que podem até ser consideradas sofisticadas e refinadas, um degrau acima em termos de segurança e conforto, como, por exemplo, o Piper PA-32R Saratoga II, com motor boxer Lycoming IO-540 injetado de 300 cavalos; aerodinâmica melhorada; acabamento interno melhorado, mais refinado; cooler box para água mineral, sucos e refrigerantes; e conjunto IFR completo de aviônicos, inclusive com GPS com moving map, dentre outros itens de segurança, conforto e desempenho.
No caso específico dos primeiros modelos de aviões da família Piper PA-32, lá atrás, nas décadas de 1960, 1970 e 1980, os primeiros modelos foram concebidos com o máximo de simplicidade possível, com o objetivo de manter seus custos operacionais sob controle, mas sem comprometer a segurança de voo; inclusive reduzindo o peso da estrutura, graças ao tamanho menor que modelos de monomotores radiais antigos; reduzindo o consumo de combustível, graças à motorização compacta, mais leve e mais eficiente e à melhor aerodinâmica da estrutura, melhorando a sua eficiência aerodinâmica; com uma capacidade razoável de transportar bagagens; mas sem pressurização, um item disponível normalmente em modelos de aviões maiores e mais caros, atualmente.
REGRAS ATUAIS DE CERTIFICAÇÃO DE AERONAVES EXECUTIVAS | ||
ALE / LSA (MENOS EXIGENTE) | FAR PART 23 / RBAC 23 (INTERMEDIÁRIA) | FAR PART 25 / RBAC 25 (MAIS EXIGENTE) |
Inpaer Conquest, Excel e Colt | Piper Saratoga | Citation Excel / XLS |
Edra Petrel e Dynamic | Beechcraft Bonanza | Falcon 2000 e Falcon 900 |
Seamax (anfíbio) | Piper Seneca | Embraer Legacy |
Volato 200 | Beecraft King Air | Gulfstream V e IV |
Lancair Legacy | Cirrus SR22 | Learjet 45 |
Zenith Stol | Pilatus PC-12 | Hawker 800 |
Ikarus C42 | HondaJet | Citation X |
Super Coyote | Piper Malibu | Bombardier Challenger |
Paradise P-1 | Cessna 206 Stationair | Beechjet 400A |
Vans RV-10 | Cessna 208 Caravan | |
Isso não significa necessariamente que os aviões da categoria ALE / LSA sejam menos seguros que os aviões da categoria FAR Part 23 e que os aviões da categoria FAR Part 23 sejam menos seguros que os aviões da categoria FAR Part 25. Significa que os aviões certificados sob as regras mais brandas não são obrigados a possuírem a redundância de sistemas e mecanismos, a resistência estrutural e os equipamentos de segurança dos aviões certificados sob a regra mais rígida FAR Part 25.
LIABILITY (LEI DE RESPONSABILIDADE)
Logo acima, o simples Embraer EMB-721 Sertanejo, a versão brasileira da família Piper PA-32, fabricado sob licença no Brasil, equivalente ao Piper PA-32R Saratoga, ambos quase idênticos, com teto de serviço de cerca de 5.000 metros e velocidade de cruzeiro de cerca de 280 km/h. Geralmente, os modelos americanos saíam de fábrica mais bem equipados. Logo abaixo, o painel de comando do mesmo avião brasileiro, no caso específico da foto com predominância de aviônicos analógicos, não homologado para voos por instrumentos. É possível submeter o mesmo avião a upgrades e retrofits, com consequente transição para voos por instrumentos, os chamados voos IFR, modificação altamente recomenda pelo blog, por uma razão de segurança.
A produção em série do prático Piper PA-32R Saratoga e do seu irmão quase gêmeo Piper PA-32 Cherokee Six foi interrompida temporariamente em 1985 por iniciativa da própria fabricante Piper Aircraft, que utilizou como argumento o excesso de regulamentação e responsabilidades financeiras advindas de uma Lei de Responsabilidades da década de 1950, aprovada nos Estados Unidos, chamada por lá de Liability, e que, com o passar do tempo, provocou alguns temores por parte da indústria aeronáutica civil norte-americana em geral, sobre a sua própria saúde financeira pois, como uma eventual consequência da legislação aprovada, os fabricantes teriam que arcar com elevados custos de certificação e com uma forte carga de eventuais custos de indenizações ocasionados por acidentes envolvendo aviões, que se julgava serem acima do que seria razoável.
Num primeiro momento, em 1958, quando a Lei Federal de Aviação foi aprovada, esses temores da indústria aeronáutica não existiam, mas, com o passar do tempo, o número de ações judiciais contra os fabricantes na Justiça Americana aumentou de forma exponencial, praticamente obrigando os grandes fabricantes de pequenas aeronaves, como Cessna, Beechcraft e Piper, por exemplo, a interromper a produção desses aviões, causando no mercado mundial uma espécie de demanda reprimida por aviões a pistão de fácil operação e custo operacional extremamente baixo, a maioria desse mercado formada de proprietários rurais emergentes ou fazendeiros tradicionais, profissionais liberais e pequenos e médios empresários e executivos que estão adquirindo seu primeiro avião ou decidiram simplesmente trocar a sua aeronave mais antiga por um modelo mais novo e moderno.
Quando essa Lei de Responsabilidades foi rediscutida e reformada em 1994 pelo Congresso dos Estados Unidos a Piper Aircraft norte-americana estudou o relançamento dos modelos Piper PA-32 Cherokee Six e Piper PA-32R Saratoga, que, na verdade, são aeronaves bem parecidas, decidindo pelo relançamento de ambos, mas renomeados para Piper PA-32 6X, com trem de pouso fixo, e Piper PA-32R Saratoga II, com trem de pouso retrátil, mas ambos com algumas melhorias e modernizações.
A FAMÍLIA PIPER PA-32
Logo acima, o moderno painel de instrumentos do Piper Saratoga II, completo para voo por instrumentos, dentro do conceito EFIS - Electronic Flight Instrument System, conhecido também como glass cockpit ou cockpit de vidro, com a tela PFD - Primary Flight Display, à esquerda, e MFD - Multi Function Display, à direita. Logo abaixo, o painel de instrumentos analógico do Piper Saratoga, a versão antecessora do Piper Saratoga II, mais simples, mas completo para voo por instrumentos. O eventual comprador deve ficar atento, verificar se o exemplar que lhe interessa está realmente equipado IFR completo. É altamente recomendado consultar um especialista, um consultor aeronáutico, antes de fechar o negócio.
O icônico e bem sucedido Piper Saratoga é uma aeronave com construção convencional em alumínio e ligas metálicas, com asa baixa e reta e com trem de pouso triciclo retrátil, sem pressurização, mas com opção de sistema simples de oxigênio, com capacidade para transportar com razoável conforto um piloto e cinco passageiros em viagens intermunicipais e interestaduais (rotas domésticas). A principal vantagem do trem de pouso retrátil é a velocidade de cruzeiro um pouco mais alta e o menor arrasto aerodinâmico possível logo após a decolagem, que é um momento delicado da operação do avião em que ele precisa ganhar velocidade e altitude o mais rápido possível, por uma razão de segurança, porém o custo operacional é um pouco mais alto se comparado com os aviões de trem de pouso fixo, além de peso um pouco maior do sistema hidráulico de recolhimento do trem, o que, em tese diminui a carga útil.
É um pouco complicado, ganha-se por um lado, mas perde-se por outro.
Já o clássico Piper Cherokee Six é uma aeronave com construção convencional em alumínio e ligas metálicas, com asa baixa e reta e com trem de pouso triciclo fixo, sem pressurização, mas com opção de sistema simples de oxigênio, com capacidade para transportar com razoável conforto um piloto e cinco passageiros em viagens intermunicipais e interestaduais (rotas domésticas). O seu custo de manutenção é um pouco mais baixo que seus irmãos com trem de pouso retrátil, além de ser um pouco mais leve, o que, em tese, favorece a carga útil, mas a velocidade de cruzeiro é um pouco menor e o consumo de combustível é um pouco maior, em razão justamente do arrasto aerodinâmico causado pelo trem de pouso.
De modo geral, praticidade, a funcionalidade, a flexibilidade, a eficiência, a economia de combustível, a manutenção simples e relativamente barata do Piper Saratoga são as suas principais características, um reflexo da cultura empresarial da própria fabricante Piper Aircraft, fundada pelo pragmático administrador de empresas William Piper, na década de 1930. Se fosse perguntado ao blog qual dos dois, Saratoga ou Cherokee Six, é melhor com certeza a resposta seria o Saratoga é melhor.
O perfil de operação do Piper Saratoga e do seu irmão brasileiro, o modesto Embraer Sertanejo, é de uso moderado, com carga útil de cerca de 400 kg quando os tanques de combustível estão cheios. Por exemplo: Nas versões com motorização aspirada Lycoming IO-540, de 300 cavalos ou hp, ele consegue decolar com um piloto, três passageiros adultos, uma criança e bagagem leve, a partir de uma pista de pouso com 1.000 metros de comprimento, ao nível do mar, com tanques quase cheios e em dias quentes, com alcance de 1.500 quilômetros, com reservas de combustível.
Geralmente, em dias quentes e com seis pessoas adultas a bordo, incluindo bagagem, decolando a partir de pistas de pouso com 500 metros de altitude, comuns no Brasil, não é possível decolar com tanques cheios. Por isso, o alcance prático do avião é limitado a cerca de 1.300 quilômetros ou 1.200 quilômetros, incluindo reservas, dependendo da versão e do ano de fabricação.
As versões mais modernas do Piper Saratoga, fabricadas até alguns anos atrás pela Piper nos Estados Unidos, possuem uma boa variedade de itens de navegação e conforto, incluindo o ar-condicionado, o sistema de navegação EFIS - Electronic Flight Instrument System e os indispensáveis stormscope, GPS - Global Positioning System e TCAS - Traffic Collision Avoidance System.
De modo geral, as versões mais modernas dessa família possui sistema elétrico de 14 volts, com bateria de 12 volts, com luzes individuais de teto para os passageiros. São quatro assentos traseiros em couro para passageiros dispostos no modo club seating (frente a frente) e o quinto assento ao lado do piloto da aeronave completa o conjunto, totalizando seis assentos e mais um pequeno cooler box para água mineral, sucos e refrigerantes entre os dois assentos centrais.
PIPER PA-32-250 CHEROKEE SIX
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Protótipo da família Piper PA-32, com motor Lycoming O-540, carburado, com 250 cavalos ou hp. Ele não chegou a ser fabricado em série. Apenas duas unidades foram fabricadas. Ele foi usado durante o desenvolvimento da aeronave e nos testes de certificação.
PIPER PA-32-260 CHEROKEE SIX
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Modelo original da família Piper PA-32, com motor Lycoming O-540-E4B5, também com carburador, mas com potência aumentada para 260 cavalos ou hp. Ele foi o primeiro modelo da família Piper PA-32 fabricado em série e em larga escala, a partir de 1965. Entre as características mais notáveis da família Piper PA-32 está a capacidade de operar equilibradamente mesmo com carga, dentro dos limites de centro de gravidade, graças a uma solução simples e brilhante em seu projeto, o bagageiro dianteiro e o bagageiro traseiro. O bagageiro dianteiro está localizado entre o motor e o habitáculo do veículo e o bagageiro traseiro está localizado atrás do habitáculo. Isso significa que o piloto pode manter o avião equilibrado enchendo o bagageiro dianteiro para compensar o peso dos passageiros e da bagagem no bagageiro traseiro.
Algumas sub-versões foram fabricadas, incluindo o Piper PA-32-260 Cherokee Six B, com cabine de passageiros um pouco maior, dentre mais algumas poucas mudanças, melhorias e modernizações. A sub-versão Piper PA-32-260 E teve o painel de instrumentos modernizado.
PIPER PA-32-300 CHEROKEE SIX
Uma das versões de maior sucesso da família, com motor Lycoming IO-540-K1A5, o primeiro da família com motor injetado, com 300 cavalos ou hp, introduzido no mercado em 1979, com trem de pouso fixo. Ele também teve algumas sub-versões, incluindo a Piper PA-32-300 Cherokee Six B, com motor Lycoming IO-540-K1G5, com painel de comando modernizado. Se você encontrar dois exemplares da família Piper PA-32 com o mesmo preço, um injetado e outro carburado, ambos em bom estado de conservação, dê preferência ao modelo com motor injetado, pois são mais confiáveis.
Aqui no Brasil, a Embraer - Empresa Brasileira de Aeronáutica obteve licenciamento para produzir em série e em larga escala o Piper PA-32-300 Cherokee Six, por meio de sua subsidiária Indústria Aeronáutica Neiva, renomeado para Embraer EMB-720 Minuano, mantendo praticamente todas ou quase todas as suas características originais da fábrica americana.
De modo geral, os aviões da família Piper PA-32 possuem dois tanques de combustível para cada asa, totalizando quatro tanques, com um bocal de abastecimento para cada asa.
Esse avião foi fabricado nos Estados Unidos pela Piper Aircraft entre 1976 e 1978, ainda com o nome Piper Cherokee Lance, com asa convencional, não afilada, e empenagem convencional, ao contrário da empenagem em T de algumas versões posteriores. Essa versão é tracionada por um motor Lycoming IO-540-K1G5D aspirado, com 300 hp disponíveis na decolagem. Com um olhar atento percebe-se as asas comuns com praticamente a mesma espessura das suas raízes até as pontas, uma das características que o diferençam do Piper Saratoga, este com asa afilada.
É uma aeronave básica, portanto o blog aconselha aos eventuais compradores solicitarem às oficinas homologadas e certificadas por autoridades aeronáuticas e pelo fabricante a modernização do cockpit com a instalação de aviônicos para melhorar as operações, incluindo o GPS - Global Positioning System, o stormscope e o TCAS - Traffic Collision Avoidance System, itens absolutamente fundamentais para uma viagem segura e tranquila.
PIPER PA-32RT-300 LANCE II

PIPER PA-32R-301 SARATOGA SP
Logo acima, o interior retrofitado do Piper PA-32R-301 Saratoga SP, da década de 1980. O termo retrofitado significa reformado, ou seja, o que antes era um interior com assentos com revestimentos em tecido comum foi refeito, com a troca para revestimentos internos de melhor qualidade e aparência. Logo abaixo, o Saratoga é mais bonito que seus irmãos Cherokee Six e Lance. Além disso, a hélice de três pás, que antes era opcional, é recomendada pelo blog, porque reduz o ruído em geral em cruzeiro e reduz em até 100 metros a corrida necessária para decolagem, em relação aos modelos com duas pás.
O Piper Saratoga, conhecido também como Piper PA-32R, foi lançado originalmente em 1980, como substituto direto do Piper PA-32R Lance, tendo como a principal diferença a asa afilada do Piper PA-32R Saratoga. O modelo Piper PA-32R-301 Saratoga SP foi o primeira versão da família Piper PA-32 a receber o nome Saratoga, geralmente com melhor valorização no mercado de aviões usados que os nomes Six e Lance.
O nome Saratoga (pronuncia-se Séretôga) é uma alusão a uma região originalmente indígena nos Estados Unidos, usada por indígenas para caça e pesca, chamada Saratoga, localizada ao longo do Rio Hudson, no estado de Nova York, mas pode também ser uma alusão à cidade de Saratoga, nos Estados Unidos, também no estado de Nova York.
Esse avião monomotor é um derivado melhorado do monomotor a pistão Piper Cherokee Six, seu irmão mais antigo, com trem de pouso fixo. A fuselagem (parte do avião composta pelo habitáculo de passageiros, nariz e cauda) de ambos os modelos é praticamente a mesma. Entre as principais e mais visíveis diferenças estruturais entre o Piper Saratoga e o Piper Cherokee Six estão as asas mais afiladas do Piper Saratoga, portanto mais aerodinâmicas, com um pequeno ganho na sua velocidade de cruzeiro em relação ao seu irmão mais antigo.
PIPER PA-32R-301 SARATOGA II HP
Logo acima, imagem da cabine de passageiros do Piper Saratoga II, com duas amplas portas laterais para acesso aos quatro assentos em club seat, ou seja, frente a frente, e uma terceira porta lateral dianteira para acesso de um quinto passageiro na parte da frente, ao lado do piloto. O passageiro do assento dianteiro não pode sequer tocar nos comandos de voo, é totalmente proibido. Com um olhar atento, percebe-se o caprichado acabamento em couro da versão mais moderna do Saratoga II, com bonito design dos assentos e um pequeno cooler box entre os dois assentos centrais. Logo abaixo, o painel modernizado do mesmo modelo de aeronave.

A partir de 1995, depois de cerca de 10 anos em que a fabricação em série da família Piper PA-32 foi suspensa pelo próprio fabricante, o Piper PA-32R-301 Saratoga II HP foi lançado com uma variedade de melhorias e modernizações, dentre as quais o flap com acionamento elétrico (antes era manual); o interior renovado, com assentos em couro, novos bocais ou tomadas de ar condicionado (opcional) para os passageiros, mesinha retrátil, cooler box para água mineral, sucos e refrigerantes e luzes individuais de teto; conjunto de aviônicos amplamente melhorado, o Bendix King Silver Crown completo para voos IFR, incluindo piloto automático KFC-150, flight director, HSI, GPS KLN 90A, com moving map, NAV/COM, DME e transponder.
No caso específico do Piper PA-32R-301 Saratoga II TC, com motor turbo, o conjunto de aviônicos Bendix King Silver Plus conta com NAV / COMM KX-155A, VOR / LOC KN72, GPS KLN 89B, DME KN-62A, transponder KT-76C, altitude-alert Narco AR-850, piloto automático KFC-150, fligh director KCS-55A, switches no teto, pintura externa em poliuretano e proteção química contra corrosão, sistema elétrico de 28 volts e 90 ampères, bomba de vácuo elétrica, dentre inúmeros outros itens de conforto, segurança e desempenho.
As motorizações a pistão disponíveis para o Saratoga HP, aspirado, e o Saratoga TC, turbo, são confiáveis, os tradicionais e econômicos motores Textron Lycoming IO-540 aspirado (300 hp) e Textron Lycoming TIO-540 turbo (310 hp), que consomem cerca de 80 litros e 85 litros de AVGAS (gasolina de aviação) por hora de voo, respectivamente, e o fabricante estabelece períodos de manutenção programada que inclui um overhaul (revisão completa) para cada 2.000 horas ou 1.800 horas de voo, dependendo do modelo, o que segundo especialistas e operadores pode resultar num baixíssimo custo por hora de voo.
No caso específico do Saratoga TC, com motor turbo, o teto de serviço homologado é de 6.000 metros, mas apenas se houver sistema de oxigênio homologado a bordo. Quanto mais alto melhor, pois o avião está menos sujeito aos "caprichos" do tempo.
Em sua linha de montagem, a Piper Aircraft instalou nas versões mais modernas do Piper Saratoga o DDMP - Digital Display Monitoring Panel, uma espécie de computador de bordo que monitora e fornece dados e alertas / avisos instantâneos ao piloto sobre o funcionamento dos sistemas mecânico, elétrico e eletrônico e compara esses dados com os parâmetros pré-estabelecidos pela fabricante. Além disso, ele identifica e grava os chamados excedentes, que são os eventuais "excessos" ou "erros" cometidos pelos pilotos na operação diária da máquina, sendo que somente o proprietário e/ou o mecânico do avião tem acesso aos dados gravados, por meio de senha.
PIPER PA-32-300 6X
É uma versão melhorada e modernizada da famíia Piper PA-32, diretamente derivada do Piper PA-32-300 Cherokee Six, mas com asa afilada. Esse modelo foi fabricado em série e em larga escala entre 2003 e 2009, incorporando parte das melhorias, mudanças e modernizações presentes nos seus irmãos Saratoga II HP e Saratoga II TC, exceto o tem de pouso, que, no caso específico do Piper 6X é triciclo fixo.
Dentre as suas especificações estão duas bombas a vácuo; as asas afiladas; o trem de pouso triciclo fixo, com a graciosa carenagem; os assentos com novo dispositivo de fixação, para fácil remoção, se necessária, para transporte de carga; o ar condicionado (opcional); o motor Lycoming IO-540-K1G5 com TBO – Time Between Overhaul (tempo entre revisões) de 2.000 horas; o conjunto de aviônicos Avidyne Entegra EX5000 (opcional), dentro do conceito EFIS – Electronic Flight Instrument System; e as hélices tripá Hartzell, de velocidade constante, resultando em uma velocidade de cruzeiro de cerca de 280 km/h.

O Embraer Minuano é a versão brasileira do Piper Cherokee Six e do Piper 6X, esses três com trem de pouso fixo. O Minuano e o Corisco deixaram de ser fabricados na década de 1990, principalmente em razão da baixa procura, uma pena, pois são aviões com características positivas, principalmente a economia de combustível, o baixo custo operacional e a facilidade de manutenção.
Uma versão melhorada do Sertanejo, fabricada por alguns anos da década de 2000 pela Neiva como Sertanejo II chegou a ser fabricada no Brasil na mesma linha de produção do Embraer Seneca. O Sertanejo II foi uma versão modernizada e refinada do modesto Sertanejo, aquela com alguns toques de sofisticação, incluindo bancos em couro, ar condicionado como opcional, luzes de leitura e vários bocais de ventilação na cabine.

De modo geral, o Piper PA-32 Cherokee Six / Piper PA-32 Cherokee 6X / Embraer EMB-720 Minuano é um bem sucedido avião monomotor a pistão, clássico ou moderno, dependendo da versão e do ano de fabricação, com construção convencional metálica, com fuselagem semimonocoque sem pressurização, com asas baixas e retas e trem de pouso triciclo fixo. A principal diferença entre o Cherokee Six e o 6X é a asa afilada do 6X, portanto mais aerodinâmica.
De modo geral, o Piper PA-32R Lance / Piper PA-32R Saratoga / Embraer EMB-721 Sertanejo é um bem sucedido avião monomotor a pistão, clássico ou moderno, dependendo da versão e do ano de fabricação, com construção convencional metálica, com fuselagem semimonocoque sem pressurização, com asas baixas e retas e trem de pouso retrátil. A principal diferença entre o Lance e o Saratoga é a asa afilada do Saratoga, mais aerodinâmica.
Pela capacidade de pousar e decolar em pistas sem pavimentação, o Piper PA-34 Saratoga, por exemplo, é usado por agropecuaristas e agricultores de muitos países, incluindo o Brasil, como meio de transporte para visitas às suas fazendas e também por empresários e executivos para visitas às filiais de empresas, fornecedores e revendedores.
A fabricação em série e em larga escala de toda a família Piper PA-32 está suspensa por tempo indeterminado, por decisão do próprio fabricante. Não há previsão de retorno da fabricação em série, portanto só é possível encontrar esses aviões no mercado mundial de aeronaves usadas.
Juntamente com os seus irmãos mais velhos Piper Lance e Piper Cherokee Six, o Piper Saratoga e o Piper 6X fazem parte de uma das famílias de modelos de aviões monomotores a pistão mais vendidas do mundo, com mais de 7.840 unidades fabricadas e comercializadas pela própria Piper e também sob licença.
O grande sucesso de vendas dos monomotores Piper PA-32, em suas mais variadas versões e derivados, pode ser explicado pelo cuidado permanente e incansável da Piper de projetar aviões razoavelmente acessíveis, com custo de manutenção baixo e reduzido consumo de combustível.
A Piper Aircraft é representada no Brasil pela JP Martins Aviação, localizada no Aeroporto Campo de Marte, dentro da cidade de São Paulo. É um dos maiores revendedores da Piper Aircraft fora dos Estados Unidos, e também presta serviços de manutenção para toda linha de aviões da marca Piper.
Se você viaja pouco, apenas uma ou duas vezes por mês, para lugares em que não há serviço disponível de linhas aéreas então pode ser mais vantajoso contratar um serviço de táxi-aéreo, ou seja, fretar um avião. Se você precisa viajar muito, uma ou duas vezes por semana, pode ser mais vantajoso comprar um avião só seu ou fazer parte de um grupo de propriedade compartilhada.
Há casos em que possuir ou fretar um avião monomotor pode ser mais vantajoso que o uso de um bimotor, principalmente para quem precisa viajar com frequência ou regularidade durante o dia e não costuma sobrevoar desertos, florestas e oceanos. O avião monomotor é mais econômico que o avião bimotor, consome menos combustível, seu custo de manutenção é mais baixo e é mais fácil de pilotar.
Para quem deseja comprar, vale ressaltar que os aviões da família Piper PA-32 estão entre as mais conhecidas aeronaves civis da história da aviação e são aeronaves de fácil revenda, são aviões bem aceito no mercado de aeronaves usadas. E mais, é possível operá-las tranquilamente com apenas um piloto, exceto no caso das empresas de táxi-aéreo, que são obrigadas a manter dois pilotos (piloto e copiloto) na cabine de comando.
Não é recomendável comprar um avião sozinho, sem o acompanhamento de pessoas especializadas no mercado aeronáutico. Várias empresas idôneas no Brasil prestam esse tipo de serviço de consultoria aeronáutica e/ou assessoria, dentre elas a Líder Aviação, a TAM Aviação Executiva, a Voar Aviation e a Amaro Aviation, dentre outras.
FICHA TÉCNICA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
- Capacidade: 1 piloto e 5 passageiros;
- Pista de pouso: Aprox. 1.000 metros (lotado / dias quentes / tanques cheios);
- Velocidade de cruzeiro: Aprox. 310 km / h;
- Motorização (potência): Lycoming IO-540 aspirado (300 hp);
- Teto de serviço: Aprox. 5.000 metros;
- Comprimento: Aprox. 8,5 metros;
- Peso máximo decolagem: Aprox. 1.630 kg;
- Alcance: Aprox. 1.200 quilômetros (lotado / 75% potência / com reservas);
- Consumo médio (AVGAS): Aprox. 80 litros / hora (lotado / 75% potência);
- Consumo médio (AVGAS): Aprox. 0,05 litro / passageiro / km voado;
- TBO (tempo entre revisões) do Lycoming: 2.000 horas;
- Engenheiro do projeto: Roy Lopresti;
- Construção: Alumínio e ligas, com proteção química contra corrosão;
- Preço (no Brasil): Aprox. US$ 320 mil (usado / bom estado de conservação);
- Capacidade: 1 piloto e 5 passageiros;
- Pista de pouso: Aprox. 1.000 metros (lotado / dias quentes / tanques cheios);
- Velocidade de cruzeiro: Aprox. 310 km / h;
- Motorização (potência): Lycoming IO-540 aspirado (300 hp);
- Teto de serviço: Aprox. 5.000 metros;
- Comprimento: Aprox. 8,5 metros;
- Envergadura: Aprox. 10 metros;
- Altura: Aprox. 3 metros;
- Peso máximo decolagem: Aprox. 1.630 kg;
- Alcance: Aprox.
- Consumo médio (AVGAS): Aprox.
- Consumo médio (AVGAS): Aprox.
- TBO (tempo entre revisões) do Lycoming: 2.000 horas;
- Preço (no Brasil): Aprox. US$ 280 mil (usado / bom estado de conservação);
- Capacidade: 1 piloto e 5 passageiros;
- Motorização (potência): Lycoming TIO-540 turbo (310 hp);
- Hélices: Hartzell (três pás);
- Comprimento: Aprox. 8,5 metros;
- Envergadura: Aprox. 10 metros;
- Altura: Aprox. 3 metros;
- Aviônicos: Garmin, Bendix King, BF Goodrich e S Tec;
- Peso máximo decolagem: Aprox. 1.630 kg;
- Alcance: Aprox. 1.300 quilômetros (lotado / 75% potência / com reservas);
- Consumo médio (AVGAS): Aprox. 85 litros / hora (lotado / 75% potência);
- Consumo médio (AVGAS): Aprox. 0,05 litro / passageiro / km voado;
- Assento do piloto com vários ajustes ergonômicos;
- TBO (tempo entre revisões) do Lycoming: 1.800 horas;
- Sistema elétrico: 28 volts / 90 ampères / 28 watts;
- Engenheiro do projeto: Roy Lopresti;
- Construção: Alumínio e ligas, com proteção química contra corrosão;
- Velocidade de cruzeiro: Aprox. 340 km / h;
- Teto de serviço: Aprox. 6.000 metros;
- Pista de pouso: Aprox. 1.000 metros (lotado / dias quentes / tanques cheios);
- Preço (no Brasil): Aprox. US$ 380 mil (usado / bom estado de conservação);
SERTANEJO II (ASPIRADO)
- Capacidade: 1 piloto e 5 passageiros;
- Motorização (potência): Lycoming IO-540 aspirado (300 hp);
- Hélices: Hartzell (três pás);
- Comprimento: Aprox. 8,5 metros;
- Envergadura: Aprox. 11 metros;
- Altura: Aprox. 2,6 metros;
- Consumo médio (AVGAS): Aprox. 80 litros / hora (lotado / 75% potência);
- Consumo médio (AVGAS): Aprox. 0,05 litro / passageiro / km voado;
- Sistema elétrico: 90 ampères / 14 watts;
- Aviônicos: Bendix King KLN 89B, BF Goodrich e S Tec 55;
- TBO (tempo entre revisões) do Lycoming: 2.000 horas;
- Velocidade de cruzeiro: Aprox. 300 km / h;
- Teto de serviço: Aprox. 5.000 metros;
- Peso máximo decolagem: Aprox. 1.630 kg;
- Pista de pouso: Aprox. 1.000 metros (lotado / dias quentes / tanques cheios);
- Alcance: Aprox. 1.300 quilômetros (lotado / 75% potência / com reservas);
- Preço: Aprox.
PIPER 6X (ASPIRADO)
- Capacidade: 1 piloto e 5 passageiros;
- Velocidade de cruzeiro: Aprox. 280 km / h;
- Motorização (potência): Lycoming IO-540 aspirado (300 hp);
- Comprimento: Aprox. 8,5 metros;
- Envergadura: Aprox. 11 metros;
- Altura: Aprox. 2,6 metros;
- Peso máximo decolagem: Aprox. 1.630 kg;
- Alcance: Aprox. 1.200 quilômetros (lotado / 75% potência / com reservas);
- Consumo médio (AVGAS): Aprox. 80 litros / hora (lotado / 75% potência);
- Consumo médio (AVGAS): Aprox. 0,05 litro / passageiro / km voado;
- Opcional: Ar condicionado;
- De série: Acabamento em couro, luzes de leitura e intercomunicadores;
- Pista de pouso: Aprox. 1.000 metros (lotado / dias quentes / tanques cheios);
- Teto de serviço: Aprox. 5.000 metros;
- TBO (tempo entre revisões) do Lycoming: 2.000 horas;
- Engenheiro do projeto: Roy Lopresti;
- Construção: Alumínio e ligas, com proteção química contra corrosão;
- Preço: Aprox.
PIPER PA-32RT-300 LANCE
- Capacidade: 1 piloto e 5 passageiros;
- Motorização (potência): Lycoming IO-540 aspirado (300 hp);
- Hélices:
- Comprimento: Aprox. 8 metros;
- Envergadura: Aprox. 10 metros;
- Altura: Aprox. 3 metros;
- Consumo médio (AVGAS): Aprox. 80 litros / hora (lotado / 75% potência);
- Consumo médio (AVGAS): Aprox. 0,06 litro / passageiro / km voado;
- Sistema elétrico:
- Aviônicos:
- TBO (tempo entre revisões) do Lycoming: 2.000 horas;
- Velocidade de cruzeiro: Aprox. 260 km / h;
- Teto de serviço: Aprox. 5.000 metros;
- Peso máximo decolagem: Aprox. 1.630 kg;
- Pista de pouso: Aprox. 1.000 metros (lotado / dias quentes / tanques cheios);
- Alcance: Aprox. 1.300 quilômetros (lotado / 75% potência / com reservas);
- Preço: Aprox.
SERTANEJO I (ASPIRADO)
- Capacidade: 1 piloto e 5 passageiros;
- Motorização (potência): Lycoming IO-540 aspirado (300 hp);
- Hélices: bipá (de série) ou tripá (opcional);
- Comprimento: Aprox. 8,5 metros;
- Envergadura: Aprox. 11 metros;
- Altura: Aprox. 2,6 metros;
- Consumo médio (AVGAS): Aprox. 80 litros / hora (lotado / 75% potência);
- Consumo médio (AVGAS): Aprox. 0,05 litro / passageiro / km voado;
- Sistema elétrico:
- Aviônicos:
- TBO (tempo entre revisões) do Lycoming: 2.000 horas;
- Velocidade de cruzeiro: Aprox. 270 km / h;
- Teto de serviço: Aprox. 5.000 metros;
- Peso máximo decolagem: Aprox. 1.630 kg;
- Pista de pouso: Aprox. 1.000 metros (lotado / dias quentes / tanques cheios);
- Alcance: Aprox. 1.300 quilômetros (lotado / 75% potência / com reservas);
- Preço VFR (no Brasil): Aprox. US$ 170 mil (usado / bom estado de conservação);
- Preço IFR (no Brasil): Aprox. US$ 198 mil (usado / bom estado de conservação);
MINUANO (ASPIRADO)
- Capacidade: 1 piloto e 5 passageiros;
- Motorização (potência): Lycoming IO-540 aspirado (300 hp);
- Hélices: Hartzell (duas pás);
- Comprimento: Aprox. 8,5 metros;
- Envergadura: Aprox. 11 metros;
- Altura: Aprox. 2,6 metros;
- Consumo médio (AVGAS): Aprox. 80 litros / hora (lotado / 75% potência);
- Consumo médio (AVGAS): Aprox. 0,06 litro / passageiro / km voado;
- Sistema elétrico:
- Aviônicos:
- TBO (tempo entre revisões) do Lycoming: 2.000 horas;
- Velocidade de cruzeiro: Aprox. 250 km / h;
- Teto de serviço: Aprox. 5.000 metros;
- Peso máximo decolagem: Aprox. 1.630 kg;
- Pista de pouso: Aprox. 1.000 metros (lotado / dias quentes / tanques cheios);
- Alcance: Aprox. 1.300 quilômetros (lotado / 75% potência / com reservas);
- Preço IFR (no Brasil): Aprox. US$ 180 mil (usado / bom estado de conservação);
A importação de unidades usadas de aviões da família Piper PA-32 também é possível para compradores brasileiros. Porém, somando todos os impostos e taxas, o preço final da aeronave já nacionalizada pode sofrer um acréscimo de cerca de 30% em relação ao preço inicial no exterior. Mesmo assim, pode ser um bom negócio, pois os preços das unidades disponíveis no exterior estão bem convidativos, lembrando que a Piper é uma marca com credibilidade.
- Flight Market (classificados): http://www.flightmarket.com.br/pt/home
- Controller (em inglês): http://www.controller.com
- Aeromercado (classificados): http://www.aeromercado.com.br/defr.asp
- Global Air (em inglês): https://www.globalair.com/aircraft-for-sale/single-engine-piston
- Aeronaves à Venda: https://www.aeronavesavenda.com/
- Aircraft 24 (no exterior): https://pt.aircraft24.com/
Não é aconselhável comprar sozinho (a), sem acompanhamento, uma aeronave se não entende do assunto. É aconselhável buscar assessoria profissional especializada e confiável no Brasil para a seleção, a negociação de compra, o cumprimento de todos os trâmites burocráticos relacionados à importação e nacionalização, hangaragem, manutenção e treinamento de tripulação.
Várias empresas idôneas no Brasil oferecem esse tipo de serviço de assessoria e manutenção, dentre elas a Líder Aviação, a TAM Aviação Executiva, a Goal Aircraft, a Voar Aviation / Icon, a Global Aircraft e a Amaro Aviation. Algumas delas oferecem também o serviço de gerenciamento de aeronaves e treinamento de tripulação.
Pra quem viaja pouco, duas ou três vezes por mês, ou menos, é recomendável o aluguel (fretamento) de uma aeronave, por uma razão econômica. Pra quem viaja muito, pelo menos uma vez por semana, pode valer mais a pena comprar uma ou fazer parte de um grupo de propriedade compartilhada.
SEGURANÇA DE VOO
Estatisticamente, em números aproximados, a aviação comercial e a aviação executiva são os meios de transporte mais seguros que existem, com cerca de três acidentes graves com vítimas fatais para cada um milhão de decolagens realizadas, considerando a média mundial. No entanto, se forem levados em consideração apenas os números de países desenvolvidos, como Canadá, Estados Unidos, países da Europa Ocidental, o Japão, a Coreia do Sul, a Austrália e a Nova Zelândia, os números de acidentes para cada um milhão de decolagens são ainda menores, na média cerca de um acidente grave com vítimas fatais.
A família Piper PA-32 é considerada segura, ela está certificada nos regulamentos FAR Part 23 / RBAC 23, que é considerada uma certificação intermediária. A pilotagem deve ser cuidadosa, consciente dos limites operacionais do avião, sem abusar dos limites do envelope de voo, que são os padrões ou parâmetros operacionais estabelecidos pelo fabricante do avião, com homologação ou aprovação das autoridades aeronáuticas. O piloto deve operar o avião sempre com moderação nos comandos e atento ao stormscope, para evitar formações meteorológicas pesadas.
Até o momento, os aviões monomotores a pistão da família Piper PA-32 se envolveram e/ou foram envolvidos em 462 acidentes graves com vítimas fatais em várias partes do mundo, desde o início de sua fabricação seriada em 1965, o equivalente a cerca de 6% do número total de aeronaves fabricadas.
ACIDENTES GRAVES COM VÍTIMAS FATAIS (FAMÍLIA PIPER PA-32) | |
ACIDENTES | CAUSAS PREDOMINANTES |
12 | CFIT – Colisão contra o solo, voando sobre terreno montanhoso, à noite e/ou sob mau tempo (nuvens espessas, chuva e/ou neblina / nevoeiro) |
11 | CFIT – Aproximação mal sucedida sob mau tempo (nuvens espessas, chuva e/ou neblina / nevoeiro) e/ou à noite |
10 | CFIT – Desorientação espacial à noite e/ou sob mau tempo (nuvens espessas, chuva e/ou neblina / nevoeiro) |
8 | Piloto não habilitado para voos por instrumentos, voando sob condições IMC / IFR (noite, nuvens, chuva e/ou neblina / nevoeiro) |
10 | Falha de funcionamento do motor causada por manutenção inadequada / incorreta do avião (erro da oficina) ou por negligência / imprudência do piloto e/ou proprietário do avião (ausência de manutenção) |
10 | Falha de funcionamento do motor na decolagem, na subida ou em voo de cruzeiro |
7 | Formação de gelo nas asas, no para-brisa, no tubo de pitot ou na empenagem na subida, em cruzeiro ou na descida |
3 | CFIT – Desorientação espacial após arremetida, sob mau tempo (nuvens espessas, chuva e/ou neblina / nevoeiro) |
4 | Excesso de peso, com perda de controle na decolagem, na subida ou em voo de cruzeiro |
4 | Operação inadequada da aeronave (inexperiência / inabilidade, descuido e/ou imperícia do piloto) |
4 | CFIT – Desorientação espacial após decolagem e/ou durante subida, sob mau tempo (nuvens espessas, chuva e/ou neblina nevoeiro) e/ou ou à noite |
9 | Colapso estrutural e/ou perda de controle durante voo de cruzeiro, sob mau tempo (ventos fortes, chuva forte e/ou neblina nevoeiro) e/ou à noite |
4 | Operação incorreta da seletora de combustível (pane seca) |
2 | Uso e/ou abuso de medicamentos pelo piloto, que provocam sonolência e/ou afetam seu desempenho e/ou capacidade de discernimento |
4 | CFIT – Aproximação mal sucedida |
2 | Colisão de tráfego (falha humana) |
3 | Falha de funcionamento dos aviônicos |
2 | Colisão contra o solo sobre terreno montanhoso (falha humana) |
2 | Manutenção inadequada do avião (falha humana) |
1 | Porta de carga aberta acidentalmente durante o voo, causando tensão, distração e/ou nervosismo a bordo |
2 | Pane seca (voo mal planejado) |
3 | Tentativa mal sucedida de arremetida, com perda de controle |
2 | Comportamento temerário, descuidado, imprudente, negligente e/ou exibicionista do piloto e/ou proprietário do avião |
1 | CFIT – Aproximação mal sucedida sob mau tempo (falha do piloto e/ou do controlador de voo) |
2 | Consumo de drogas e/ou álcool antes e/ou durante o voo (imprudência e/ou temeridade do piloto) |
2 | Aproximação mal sucedida sob mau tempo (nuvens espessas, chuva e/ou neblina / nevoeiro) |
1 | Procedimento de pouso inadequado (inexperiência, imprudência, descuido e/ou temeridade de piloto) |
1 | Perda de controle logo após a decolagem e/ou durante a subida, causada por distribuição inadequada da carga, portanto fora do centro de gravidade |
1 | Desorientação espacial em voo de cruzeiro, com perda de controle à noite e/ou sob mau tempo (nuvens espessas, chuva e/ou neblina / nevoeiro) |
2 | Colisão inadvertida contra cabos de energia, torre de eletricidade ou torre de telecomunicações (nuvens espessas, chuva e/ou neblina / nevoeiro) |
4 | Procedimento de decolagem e/ou subida inadequado (falha humana) |
1 | Colapso estrutural em voo de cruzeiro causado por corrosão (manutenção inadequada e/ou negligência / imprudência do proprietário) |
2 | Colisão acidental (atropelamento) com motociclista / ciclista durante a decolagem / pouso, sobre a pista de pouso (imprudência e/ou temeridade do motociclista / ciclista) |
1 | Água nos tanques de combustível (negligência, descuido e/ou inexperiência do piloto) |
1 | Formação de gelo no carburador antes da decolagem, causando perda de potência na decolagem... |
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|
A análise no quadro logo acima levou em consideração os acidentes graves com vítimas fatais ocorridos nas décadas de 1990, 2000, 2010 e década atual com todos os modelos da família Piper PA-32, incluindo os modelos Piper PA-32 Cherokee Six, Piper PA-32R Lance, Piper PA-32R Saratoga e Piper PA-32 6X, dentre mais alguns.
Para tornar o resultado deste trabalho o mais preciso possível, esta pesquisa ou estatística por amostragem levou em consideração as ocorrências em território americano, com aeronaves de matrícula americana, e em território brasileiro, com aeronaves de matrícula brasileira. Não foram levados em consideração neste cálculo os casos com investigações inconclusivas, os casos de suicídio, os casos de investigações ainda não concluídas e os casos de acidentes ocorridos durante as fases de desenvolvimentos desses modelos de aeronaves, dentre mais algumas exceções.
Não foi possível reunir e analisar todos os dados de acidentes fatais nos quais a família Piper PA-32 se envolveu e/ou foi envolvida nas décadas de 1960, 1970 e 1980, ou seja, desde o início da fabricação seriada, em 1965. Por isso, este blog traz apenas uma análise dos dados relacionados aos acidentes fatais ocorridos nas décadas de 1990, 2000 e 2010, além, é claro, da década atual de 2020. Além disso, a análise foi limitada às unidades de matrícula americana e brasileira.
Observou-se durante esta pesquisa dezenas de casos em que os pilotos “insistiram” na viagem sob mau tempo em rota, com chuva forte, ventos fortes e formação de gelo, inclusive, mesmo tendo, aparentemente, consciência das limitações operacionais de altitude de aviões não pressurizados, da ausência do sistema de degelo das asas e das limitações operacionais de potência em aviões a pistão...
Outros detalhes importantes: Recomenda-se aos mecânicos, proprietários e pilotos a dobrar a atenção sobre o estado de conservação dos magnetos do motor, do sistema de lubrificação do motor, do virabrequim e de todo o sistema de comando de válvulas...
TRÊS VISTAS (SIX)

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- Dassault Falcon 50
- Mooney M20R Ovation
- Airbus H-135 / Eurocopter EC-135
- Embraer KC-390
- Cessna 182 Skylane
- Bombardier (Indústrias de Veículos)
- Embraer
- Injeção Eletrônica (Mecânica)
- Transportes no Brasil (Logística)
- Bell 206 Long Ranger
- Globalstar (Telefonia por Satélite)
- Eurocopter EC-120 Colibri
- Energia Solar Fotovoltaica
- Fokker F-100
- Operação Prato (Ufologia)
- Energia Elétrica
- Boeing 737
- Paul Mauriat (Música)
- Eurocopter EC-130
- Área 51 (Ufologia)
- Conexão ADSL (Telecomunicações)
- Stormscope (Meteorologia)
- Aeroporto Campo de Marte
- Material Composto
- Socata TBM
- Segurança Privada
- Aerospatiale Concorde
- Medroxiprogesterona (Medicina e Veterinária)
- Leonardo AW119 Koala
- Produção Florestal
- Socata TB
- Contratos (Direito)
- Drones
- Bell 407
- Nobreak (Informática)
- Neiva Paulistinha
- Piper Cub
- Propoxur (Veterinária)
- Piper Aircraft
- Atari Incorporated
- James Bond (Cinema)
- Mooney M20K Encore
- Gulfstream G100
- Maule MT-7
- Doramectina (Agropecuária)
- Douglas DC-3
- Pessoas Jurídicas (Administração)
- Embarcações (Indústria Naval)
- Roteadores (Telecomunicações)
- Cessna 172 Skyhawk
- Aero Commander 500
- EFIS - Electronic Flight Instrument System
- Panetone
- Schweizer 300
- Aeroporto de Congonhas
- Aeroporto Santos Dumont
- Iodophor (Agropecuária)
- Documentos (Administração)
- Aeroporto de São José do Rio Preto
- Esquizofrenia (Psicologia)
- Embraer EMB-314 Super Tucano
- Grumman F-14 Tomcat
- Aeroporto de Presidente Prudente
- Embraer AMX (Força Aérea Brasileira)
- Pastagem ou Pasto (Agropecuária)
- Vector Fox V5
- Aeroporto de Ribeirão Preto
- Piaggio P-180 Avanti
- Maconha (Segurança Pública)
- Ford do Brasil
- Enstrom 280 e Enstrom F-28
- MD Helicopters MD 600 Notar
- Inércia (Física)
- Airbus A320
- Pilatus PC-24
- General Motors do Brasil
- Eclipse 500 e Eclipse 550
- Foguetes Airbus Ariane
- FAB - Força Aérea Brasileira
- Helibras AS350 Esquilo
- Cessna Citation CJ3
- Mbps - Megabits por Segundo (Informática)
- Embraer E-190
- Cessna Citation Ultra
- Franquia de Internet (Telecomunicações)
- Projeto FX-2 (Força Aérea Brasileira)
- Cessna 208A Caravan
- Bombardier CRJ200
- Turbojato (Indústria Aeronáutica)
- Mitsubishi MU-300 Diamond
- Beechcraft Beechjet
- Embraer Seneca
- Embraer Sertanejo
- Embraer Navajo
- Embraer Corisco
- Beechcraft King Air 350
- Beechcraft King Air B-200
- Beechcraft King Air C-90
- Sistema Métrico Decimal
- Bombardier Dash 8-300
- Bombardier Q-400
- Cessna 207
- Spoileron (Engenharia Aeronáutica)
- Bombardier CRJ-700
- Embraer E-175
- Crase (Gramática)
- Embraer E-195
- Airbus A321
- Casa C-295 (Força Aérea Brasileira)
- Airbus A319
- Computador (Informática)
- Peugeot 206
- Multiplicação (Matemática)
- Viação Motta (Transporte Rodoviário)
- Cessna Citation I
- Elbit Hermes 900 (Força Aérea Brasileira)
- Profundor (Engenharia Aeronáutica)
- Aço (Siderurgia)
- Abelhas Europa (Apicultura)
- Fenitrotion (Agropecuária)
- Açúcar (Agroindústria)
- Música Eletrônica (Indústria Fonográfica)
- Cessna Citation 500
- Unidade Embraer Botucatu
- Bateria (Química e Física)
- Pepsico do Brasil
- Fertilizante (Agricultura e Pecuária)
- Grupo Boticário
- Aeronaves (Indústria Aeronáutica)
- Aero Boero AB-95
- Aero Boero AB-180
- Bellanca 8KCAB Decathlon
- Champion 8KCAB Decathlon
- Úlcera (Medicina)
- Let L-410 Turbolet
- Aero Boero AB-115
- Água (Biologia e Química)
- Fairchild FH-227
- Unilever Brasil
- Circuito Eletrônico (Eletrônica)
- Conservação de Alimentos (Culinária)
- Aviação Agrícola (Agricultura)
- Boeing 707
- Álcool (Agroindústria)
- Lockheed Hercules (Força Aérea Brasileira)
- Aeroporto Regional de Maringá
- Lockheed L-188 Electra II
- Alumínio (Metalúrgica)
- Cessna 177 Cardinal
- Antibióticos (Medicina e Veterinária)
- Airbus H120
- Aquecedor Solar de Água
- Fokker 50
- Injeção Direta (Mecânica)
- CRDI - Common Rail Direct Injection
- Honda HA-420 HondaJet
- Ridley Scott (Cinema)
- Cockpit de Vidro (Aviação)
- Glass Cockpit (Aviação)
- Componentes Eletrônicos
- MFD - Multi Function Display
- PFD - Primary Flight Display
- Água Oxigenada (Química)
- Atmosfera (Química e Física)
- IRPF - Imposto de Renda de Pessoa Física
- Grand Orchestre de Paul Mauriat (Música)
- Airbus H130
- Jean Michel Jarre (Música)
- Stormscope (Aviação)
- Strikefinder (Aviação)
- TOC - Transtorno Obsessivo Compulsivo
- Daher TBM 940
- Socata TBM 930
- Daher TBM 910
- Socata TBM 900
- Socata TBM 850
- Navios (Engenharia Naval)
- Barcos (Engenharia Naval)
- Lockheed Martin F-16 Falcon
- General Dynamics F-16 Falcon
- Bicicleta (Ciclismo)
- Maule MT-7-260
- Maule MX-7-180
- Maule MX-7-160
- Maule M-7-260
- Maule M-7-235
- IAI Astra SPX
- IAI Astra SP
- IAI Astra
- Mooney M20K 252TSE
- Mooney M20K 231
- Mata Bicheiras (Agropecuária)
- Videogame Atari 2600
- Socata TBM 700
- Socata TB-20 Trinidad
- Socata TB-21-TC Trinidad
- Socata TB-200 Tobago
- Socata TB-9 Tampico
- Socata TB-10 Tobago
- AgustaWestland AW119 Koala
- Agusta A119 Koala
- Família Auster J
- Atmosfera Terrestre
- Legião Urbana (Música)
- Contêineres (Transporte de Cargas)
- Modem (Telecomunicações)
- Embraer EMB-203 Ipanema
- Tina Turner (Música)
- Aquífero Guarani (Geografia)
- Dire Straits (Música)
- Hughes 300
- Hughes 269
- Chocotone (Culinária)
- Rockwell Commander 690
- Rockwell Commander 680
- Aero Commander 680
- Aero Commander 560
- Aero Commander 520
- Chevrolet Trailblazer
- Vector Fox V4
- Vector Fox V2
- Loucura (Psiquiatria)
- Energia Cinética (Física)
- 3ª Lei de Newton (Física)
- Força Centrífuga (Física)
- 2ª Lei de Newton (Física)
- Força Centrípeta (Física)
- 1ª Lei de Newton (Física)
- TAP Air Portugal
- Aeroporto de Londrina
- Embraer E170
- Enstrom F-28
- Airbus H125
- Helibras HB 350 Esquilo
- Fly-by-wire (Indústria Aeronáutica)
- Chrystian & Ralf (Música)
- Líder Aviação (Transporte Aéreo)
- Embraer Phenom 100
- Aeromot Ximango
- Cabos de Telecomunicações
- ISS - Imposto Sobre Serviços
- Ferro (Siderurgia)
- Fast Food (Comércio)
- Estabilizador Horizontal (Aviação)
- Blindagem de Automóveis
- Roberta Miranda (Música)
- Coordenadas Geográficas
- Sindrome do Pânico (Psicologia)
- Adubo (Agricultura e Pecuária)
- Pilha (Química e Física)
- Refrigerador (Conservação de Alimentos)
- John Williams (Música)
- Robinson R66 Turbine
- Circuito Elétrico (Engenharia)
- Boeing 767
- Sully - O Herói do Rio Hudson (Filme)
- Bombardier Learjet 31
- Plástico (Indústria)
- Phil Collins (Música)
- Firefox - Raposa de Fogo (Filme)
- Kaskade (Música Eletrônica)
- A Caçada ao Outubro Vermelho (Filme)
- Teorias Psicológicas de Freud
- Aeroporto de Guarulhos
- Trator Mahindra 6065
- Jesus (Filme)
- Petróleo (Economia e Política)
- Sino Swearingen SJ30-2
- Syberjet SJ30
- Compulsão Sexual (Psicologia)
- Alien - O Oitavo Passageiro (Filme)
- Horn (Indústria Aeronáutica)
- Bordo de Fuga (Indústria Aeronáutica)
- Flaperon (Indústria Aeronáutica)
- Blade Runner - O Caçador de Andróides (Filme)
- Transistor (Eletrônica)
- Diodo e/ou LED (Eletrônica)
- McDonnell Douglas F-15 Eagle
- Ennio Morricone (Música)
- Poços de Água (Geologia)
- Ciro Gomes (Política)
- Soul II Soul (Música)
- FM-84 (Música Eletrônica)
- Nissan Frontier
- Hanna-Barbera (Cinema e TV)
- Bombardier Global 7500
- Total Eclipse
- Eclipse SE
- Turboélice (Indústria Aeronáutica)
- Missão Impossível (Cinema)
- Ultra Naté (Música Eletrônica)
- Abelha Rainha (Apicultura)
- Abelha Operária (Apicultura)
- British Aerospace Sea Harrier
- JAMZ (Música)
- Direitos Humanos
- Victor & Leo (Música)
- Volkswagen Amarok
- Fiat Toro
- Castidade (Religião)
- Celibato (Religião)
- British Aerospace BAe 146-300
- Avro RJ100
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- Gloster Meteor
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- 2001 - Uma Odisséia no Espaço (Filme)
- Neurose Obsessiva (Psicologia)
- Deus (Religiões Monoteístas)
- Bonobo (Música Eletrônica)
- Reggae (Indústria Fonográfica)
- Fiat Titano
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- Embraer EMB-202 Ipanema
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- Tron - Uma Odisséia Eletrônica (Filme
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- Paula Fernandes (Música)
- Eduardo Leite (Política)
- Luxury Grooves (Música)
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- Matrix (Filme)
- O Exterminador do Futuro 2 (Filme)
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- Yello (Música Eletrônica)
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- Piper PA-47 PiperJet
- Leonardo AW609 TiltRotor
Atenção: As informações, conceitos e valores (preços) emitidos neste artigo ou página são apenas de caráter informativo e podem não estar absolutamente precisos e rigorosos, pois esse não é o objetivo do blog. Para informações, conceitos e valores mais precisos e rigorosos entre em contato com o fabricante e/ou com seu representante de vendas.
REFERÊNCIAS E SUGESTÃO DE LEITURA
- Site da AOPA - Associação de Proprietários e Pilotos de Aeronaves (em inglês): http://www.aopa.org/Pilot-Resources/Aircraft-Ownership/Aircraft-Fact-Sheets/Piper-Saratoga
- Band / UOL: https://www.band.com.br/noticias/conheca-o-modelo-da-aeronave-que-caiu-em-belo-horizonte-202605041442
- Site da AOPA - Associação de Proprietários e Pilotos de Aeronaves (em inglês): https://www.aopa.org/go-fly/aircraft-and-ownership/aircraft-guide/aircraft/piper-saratoga-ii-tc
- Flight Safety Foundation (em inglês): https://aviation-safety.net/asndb/type/PA32
- Wikipedia (em inglês): https://en.wikipedia.org/wiki/Piper_PA-32R
- Centro Histórico Embraer: http://www.centrohistoricoembraer.com.br/pt-BR/HistoriaAeronaves/Paginas/EMB-721-Sertanejo.aspx
- Revista Aero Magazine: http://aeromagazine.uol.com.br
- Revista Voar - Internacional de Aviação
- Wikipedia (em inglês): https://en.wikipedia.org/wiki/General_Aviation_Revitalization_Act
- AV Web (em inglês): http://www.avweb.com/news/features/Used-Aircraft-Guide-Piper-Saratoga-and-Lance-222984-1.html
- Site da AOPA - Associação de Proprietários e Pilotos de Aeronaves (em inglês): http://www.aopa.org/Pilot-Resources/Aircraft-Ownership/Aircraft-Fact-Sheets/Piper-Turbo-Saratoga
- Revista Avião Revue
- Wikipedia (em inglês): https://en.wikipedia.org/wiki/Piper_PA-32_Cherokee_Six
- Site pessoal de Gerard Moss: http://mundomoss.com.br/avioes/romeo-o-sertanejo/
- Centro Histórico Embraer: http://www.centrohistoricoembraer.com.br/pt-BR/HistoriaAeronaves/Paginas/EMB-720-Minuano.aspx
- Jornal Valor Econômico: http://www.valor.com.br/empresas/3679534/dilma-autoriza-aeroportos-totalmente-privados-para-aviacao-executiva
- Piper Aircraft (divulgação): Imagens
- Wikimedia: Imagens


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