PERLA (MÚSICA)

PERLA (NOME ARTÍSTICO)
PERLA PARAGUAIA (NOME ARTÍSTICO)
ERMELINDA PEDROSO RODRÍGUEZ D’ALMEIDA
MÚSICA SERTANEJA
MÚSICA CAIPIRA


INTRODUÇÃO

Perla é o nome artístico de Ermelinda Pedroso Rodríguez D’Almeida, uma talentosa, sensível, modesta e bem sucedida cantora brasileira e paraguaia de música sertaneja e música caipira, com elementos e tendências de soul, MPB, country / folk, easy listening, bolero, R&B, mariachi e guarânia, dentre outros ritmos e estilos, com sucesso alcançado e mantido nas décadas de 1970, 1980, 1990 e 2000, principalmente em tons de contralto e mezzo-soprano, principalmente como uma intérprete, mas atuando também como uma compositora. Atualmente, ela ainda faz apresentações musicais em casas de shows e exposições ou feiras agropecuárias, além de sua presença ainda ser requisitada na mídia, mas agora em ritmo bem mais tranquilo que antes, principalmente em razão da idade.


Durante o período de intensa atividade, nas décadas de 1970, 1980, 1990 e 2000, Perla, conhecida também como Perla Paraguaia, obteve o reconhecimento da crítica musical brasileira, da indústria fonográfica, da mídia em geral e do público pelo bom gosto e refinamento musicais, pela originalidade, pela sensibilidade musical e pela precisão na execução dos arranjos. Ela é uma das maiores cantoras sertanejas e caipiras do Brasil, com mais de 15.000.000 de cópias de álbuns comercializados em mais de 50 anos de carreira, incluindo vendas de coletâneas em geral.


Considerada uma artista muito versátil, uma “camaleona” (o termo correto é camaleão fêmea), capaz de passear tranquilamente e facilmente entre gêneros musicais diferentes, tanto rurais quanto urbanos, algo incomum entre artistas do gênero sertanejo e do gênero caipira em geral, incluindo elementos de soul, mariachi, sertanejo, R&B, bolero, guarânia / capira (são quase a mesma coisa, a diferença é que a guarânia é cantada nos países latinos, geralmente em espanhol, enquanto a caipira é cantada no Brasil, geralmente em português), country / folk (também são quase a mesma coisa, só que uma é rural, um pouco mais rústica, e a outra é urbana, um pouco mais refinada), easy listening (um gênero elitista) e até disco music (um gênero urbano e dançante), entre as faixas mais marcantes da grande cantora, compositora e intérprete, consideradas até mesmo pelos mais exigentes críticos musicais como clássicos da música brasileira, paraguaia e internacional estão Estrada do Sol, Fernando (versão em português da música original da banda sueca ABBA, mas com diferenças na letra), Palavras de Amor, Love’s In The Air ou Love Is In The Air (gênero disco music), Pequenina (também uma versão de ABBA, originalmente Chiquitita), Índia (uma versão primorosa, sensível e delicada, da música homônima cantada originalmente pela dupla de música caipira Cascatinha & Inhana), Galopera, Rios da Babilônia (gênero disco music), Diga Que Me Quer (versão em português de Gimme!, de ABBA), Malagueña, Eu Vou Sonhar (também ABBA), O Jogo Já Acabou (também ABBA), Nuvem Passageira, Sonhos, Ontem, Deixa Estar, Perto de Você, Foi Deus Quem Fez Você (versão homônima do original de Amelinha), Deus Como Te Amo, Eu Preciso Abraçar-Te, Como Posso?, Você Chegou Para Ficar (versão em português de I Will Survive, de Gloria Gaynor) e Paz de Um Grande Amor (versão de ABBA), dentre outras, algumas dessas consideradas até obras primas da música.


Ela é uma das principais artistas veteranas da música sertaneja e da música caipira, respeitadas e consideradas referências em qualidade musical para as novas gerações de cantoras. No caso específico de Perla, ela é considerada uma das principais representantes das mulheres dentro da música sertaneja e da música caipira, um ambiente que, segundo dizem, é meio machista / misógino e um pouco homofóbico. Ela é considerada uma das artistas que pavimentaram o caminho para que as artistas mais recentes, do chamado sertanejo universitário, alcançassem o sucesso, inclusive usando-as como fonte de inspiração e referência musical.


Ela é uma das mais reverenciadas e referenciadas veteranas da música sertaneja brasileira e da música caipira brasileira, ao lado de outros grandes nomes, como Roberta Miranda, Jayne, Sula Miranda, Irmãs Galvão, Inezita Barroso, Nalva Aguiar e As Marcianas, dentre outras, embora seu repertório seja muito mais versátil que essas divas citadas aqui.


A SONY MUSIC

A Sony Music é uma grande e influente multinacional gravadora de música urbana e rural sediada nos Estados Unidos e controlada pela gigante de produtos eletrônicos de consumo Sony Corporation, uma tradicional multinacional japonesa, proprietária também do estúdio de cinema americano Columbia / Tristar, um dos maiores do mundo.


Atualmente, ela é considerada a segunda maior empresa proprietária de gravadoras do mundo, atrás apenas da gigante americana e holandesa da indústria fonográfica Universal Music, por sua vez uma subsidiária da empresa chinesa Tencent; do empresário francês Vincent Bolloré; do fundo de investimentos britânico Pershing Square; e da empresa de mídia francesa Vivendi. Já a americana Warner Music é considerada a terceira maior empresa fonográfica do mundo.


A Sony Music é proprietária dos selos de música ou gravadoras CBS Records, Jive Records, Columbia Records, Epic Records, Som Livre, Arista Records, BMG Records, Ultra Music, Sony Nashville (música country), Sony Masterworks (música clássica), Ministry e RCA Records, dentre outros.


A MÚSICA SERTANEJA

A chamada música sertaneja contemporânea ou, simplesmente, música sertaneja é um típico gênero musical rural brasileiro que alcançou o seu auge de popularidade nas décadas de 1980 e 1990, principalmente nos estados brasileiros de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Tocantins, não por acaso alguns dos principais estados produtores pecuários e agrícolas do país.


Ela é diretamente derivada da chamada música sertaneja caipira ou, simplesmente, música caipira, por sua vez fortemente popularizada no Brasil nas décadas de 1960 e 1970, principalmente nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Goiás (na época ainda não existia Tocantins), Mato Grosso (na época ainda não existia Mato Grosso do Sul), Santa Catarina e Rio Grande do Sul.


Por se tratar de um gênero musical rural simples, modesto, despretensioso e totalmente acústico, quase sempre retratando a vida do homem do campo da época, a música caipira era vítima frequente de preconceitos de parte da população urbana brasileira nas décadas de 1960 e 1970, principalmente dos mais jovens, inclusive tachada de “brega”, “ultrapassada”, “reba”, “cafona”, “bruta”, “mal educada”, “sem graça”, “barrela”, “rude” e “quadrada”, entre outros adjetivos pejorativos.


Apesar disso, já na década de 1970 ela era executada com regularidade em programas populares das rádios AM, ouvidas principalmente pelo público urbano e rural adulto e idoso, portanto mais maduro, porém encontrava resistência junto às rádios FM, com público mais jovem e urbano, ávido por novidades e ousadias, o que levou os músicos do gênero, os produtores musicais e as gravadoras submeterem a música caipira a uma reformulação e modernização, “um banho de loja”, digamos, a partir da década de 1980, para vencer essa resistência, com a introdução de elementos de outros gêneros, inclusive, como o soul, o blues, a MPB, o folk, a jovem guarda, o bolero, o rock, o mariachi, o R&B e o country, principalmente com a introdução da guitarra, do baixo, da bateria e do teclado ou sintetizador, dando origem assim à música sertaneja contemporânea, mais moderna, que, por sua vez, deu origem, a partir da década de 2000, ao chamado gênero sertanejo universitário, um dos principais produtos atuais da indústria fonográfica brasileira.


Assim como ocorreu com outros gêneros musicais, nacionais e estrangeiros, um fenômeno curioso se repetiu com a música sertaneja e com a música caipira, no passado elas eram consideradas populares e de “segunda linha”, mas nas décadas mais recentes passaram a ser consideradas cult por muitos colecionadores e críticos de música.


VIDA PESSOAL E CARREIRA

A famosa cantora e compositora Ermelinda Pedroso Rodríguez D’Almeida, que utiliza o nome artístico Perla (não confundir com a cantora de música pop brasileira Perlla, também talentosa), nasceu em 1951 na cidade / distrito de Caacupé, a capital do departamento (equivalente aos estados brasileiros) de Cordillera, no Paraguai, nosso país vizinho. De origem humilde, ela fazia parte de uma tradicional família paraguaia de religião católica, portanto conservadora, formada pelo pai, pela mãe e pelos cinco filhos, todos também músicos, sendo ela a única vocalista dessa família, que, na época, formava uma banda de música paraguaia, a Las Maravillas Del Paraguay.


Ao completar a maioridade, ela “criou coragem”, saiu sozinha do Paraguai e veio para o Brasil, com a “cara e a coragem”, sem “nenhum centavo no bolso”, “tentar a sorte” inicialmente no Rio de Janeiro, inicialmente cantando em restaurantes e casas noturnas, posteriormente, alguns anos depois, em rádios e TV’s (na época, as transmissões no rádio e na TV eram ao vivo, não eram gravadas), se estabelecendo em Santos, até, finalmente, chegar à capital São Paulo, onde conseguiu contatos no mundo da música e assinou contrato com a gravadora RCA do Brasil, atualmente uma subsidiária da Sony Music.


Desde cedo, Perla mostrou inclinação para a música, mas acreditava que no Paraguai “não ia conseguir nada além de um prato de arroz com feijão”, decidindo então “tentar a sorte” no Brasil, contrariando seu pai, conservador, que queria que a filha seguisse uma carreira ao lado dos irmãos, no Paraguai. Então com 20 anos de idade ela decidiu sair de casa, foi morar de favor na casa de amigos, aprendeu a tocar instrumentos musicais, harpa e violão, por exemplo, e, para se sustentar, passou a trabalhar como cantora em restaurantes, bares e casas noturnas, rádios e TV’s, além de desenvolver um trabalho paralelo de compor músicas, até conseguir, em 1975, lançar seu primeiro álbum por uma grande gravadora, a RCA do Brasil.


Embora seja uma das mais conhecidas artistas da música sertaneja e caipira, o seu repertório é, na verdade, para ser mais preciso, bem variado, inclui diversos gêneros, como a MPB, o soul, a country, o R&B, o bolero, o easy listening, a disco music e a guarânia, uma versatilidade incomum. Seu trabalho ainda é aplaudido e citado pela crítica como uma referência em bom gosto musical, digno de ser apreciado pelos ouvidos mais exigentes e refinados. Ela permanece, até hoje, como uma das poucas artistas veteranas da música brasileira ainda reconhecidas, referenciadas e reverenciadas pela crítica atual, ao lado de outras divas, como Gal Costa (já falecida, infelizmente), Marina Lima, Zizi Possi, Rita Lee (também falecida), Simone, Maria Bethânia, Alcione, Elba Ramalho, Fafá de Belém, Baby do Brasil e Paula Toller (banda Kid Abelha), por exemplo.


Na década de 1970, em pleno auge da beleza, mas depois de muito esforço e perseverança autênticos e graças à influência de importantes nomes junto às gravadoras da época, como Cauby Peixoto (cantor), Nelson Rodrigues (escritor), Jane e Herondi (dupla de música popular), Paulo Barbosa (radialista) e Roberto Carlos (cantor), por exemplo, ela conseguiu assinar contratos relevantes com a então gravadora RCA do Brasil, já com o nome artístico Perla, uma alusão à palavra perla, em espanhol, que significa pérola, alcançando 11 discos de ouro e 3 discos de platina, totalizando mais de 15.000.000 de discos, CD’s e K7's ou fitas cassetes vendidos até momento, tornando-se então uma das primeiras artistas brasileiras de música popular a alcançar esse número expressivo.


A partir de então mudou tudo, da água para o vinho. Na década de 1980, ela passou a fazer parte da elite da música sertaneja, ao lado de outros grandes nomes, como, por exemplo, Milionário & José Rico, Teodoro & Sampaio, Sérgio Reis, Trio Parada Dura, Chrystian & Ralf, Chitãozinho & Xororó, João Mineiro & Marciano, Almir Sater, Amado Batista, Mato Grosso & Mathias, Leandro & Leonardo, Sula Miranda, João Paulo & Daniel, Zezé Di Camargo & Luciano, Rionegro & Solimões, Jayne, Gian & Giovani, Bruno & Marrone, Duduca & Dalvan, Gilberto & Gilmar, Chico Rey & Paraná, Renato Teixeira, Ataíde & Alexandre, Cezar & Paulinho e Rick & Renner, dentre outros, embora uma parte desses citados tenha alcançado o sucesso alguns anos depois.


Ao longo de sua carreira, ela também trabalhou ao lado de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, um luxo.


De modo geral, as letras das músicas de Perla falam de amores, paixões, amizades e relacionamentos familiares, principalmente de relacionamentos amorosos entre um homem e uma mulher, não apenas de personagens que moram e trabalham no campo, mas também de personagens urbanos. Essas letras falam de relacionamentos bem sucedidos, felizes, outros nem tanto, alguns até “mal resolvidos” mesmo.


Com o passar do tempo, Perla conseguiu vencer a barreira do rótulo pejorativo de “caipira”, o que significa que ela realmente possui um trabalho sólido, com letras simples sim (por que não?), mas bem escritas, com gramática correta, e músicas de qualidade e bom gosto, com arranjos esmerados e execução primorosa dos arranjos. Desde o início da carreira, na década de 1970, ela conquistou o respeito do público, da mídia, da indústria fonográfica e da crítica de música.


Ela já foi uma das cantoras populares mais ricas do Brasil. Ela autorizou uma biografia, escrita por Marinaldo Silva, na qual contou alguns de seus problemas pessoais de relacionamento com seu falecido marido e empresário, que, segundo ela, dilapidou seu patrimônio, deixando-a em dificuldades financeiras. Atualmente, aos 75 anos de idade, mas ainda lúcida, ela mora em sua chácara em Cotia, na Região Metropolitana de São Paulo. Ela tem uma filha adotada, Perla D’Almeida, e um neto.


DISCOGRAFIA

A veterana Perla é considerada uma das mais icônicas e respeitadas divas da música sertaneja brasileira e da música caipira, um exemplo de bom gosto musical, com vários hits considerados clássicos da música sertaneja brasileira e até da música pop. Na verdade, ela é uma grande interprete, com inúmeras regravações de sucessos de outros artistas, principalmente da banda sueca ABBA, mas com orgulho, pois sempre teve bom gosto na escolha do repertório.


O trabalho desenvolvido pela artista brasileira, como cantora, principalmente nas décadas de 1980, 1990 e 2000, em mais de 30 anos de intensa atividade, é digno de ser apreciado pelos ouvidos mais exigentes e refinados. Atualmente, ela ainda faz apresentações musicais e produz novos conteúdos de estúdio e ao vivo, mas em ritmo bem mais tranquilo, inclusive com novas versões, com novos arranjos, de seus clássicos.


Com mais 200 músicas escritas, arranjadas e gravadas, cantadas por ela mesma, incluindo versões diferentes da mesma música, remasterizadas e remixadas, inclusive; com mais de 15.000.000 de cópias de álbuns próprios vendidas, dependendo da fonte consultada; ela está entre as mais bem sucedidas artistas do Brasil, embora não tenha sido uma unanimidade entre todas as comunidades urbanas, mais cosmopolitas, mais “moderninhas” e “descoladas”, avessas ao conteúdo “conservador” da música sertaneja e caipira. Mas, como diz o ditado: Nem Jesus Cristo conseguiu agradar a todos. Então paciência.


Foram pelo menos 30 álbuns próprios lançados desde o início da carreira, dos quais pelo menos 10 são álbuns de coletânea, com músicas remasterizadas, remixadas e/ou regravadas, parte delas obtidas a partir de apresentações ao vivo, inclusive com músicas incluídas em trilhas sonoras de novelas da TV Globo, como Meu Primeiro Amor, por exemplo, em 1975, além de ter sido convidada para apresentações em inúmeros programas de auditório, como Globo de Ouro (TV Globo), Qual é a Música (SBT, com o apresentador Silvio Santos) e Terra Nativa (TV Band, apresentado pela dupla de sertanejo universitário Guilherme & Santiago), dentre outros.


Ela é considerada uma das maiores divas da música sertaneja brasileira e da música caipira e está no topo da indústria fonográfica brasileira, entre as mais bem sucedidas artistas brasileiras da chamada música sertaneja contemporânea e da música caipira.


ÁLBUNS PRÓPRIOS

1972 – Perla – LP e K7 –

1975 – Perla – LP e K7 – RCA

1976 – Palavras de Amor – LP e K7 - RCA

1977 – Perla – LP e K7 – RCA

1978 – Perla – LP e K7 – RCA

1978 – Linha 3 – LP e K7 – RCA

1979 – Pequenina – LP e K7 – RCA

1979 – Linha 3 – Volume 2 – LP e K7 – RCA

1980 – Nosso Amor Será Um Hino – LP e K7 – RCA

1980 – Canta En Español – LP e K7 – RCA

1981 – Canta En Español – Volume 2 – RCA

1981 – É o Amor – LP e K7 – RCA

1982 – Confidências – LP e K7 – RCA

1982 – Confidências – En Español – LP e K7 – RCA

1984 – Apaixonada – LP e K7 – RCA

1985 – Perla – LP e K7 – Copacabana

1987 – Voz e Coração – LP e K7 – Copacabana

1995 – Perla – Sus Mejores Momentos – LP e CD –

1995 – Mulher – LP e CD –

1997 – Boleros – CD –

1998 – 25 Sucessos – CD

1999 – Especialmente Para Você – CD

2000 – Grandes Sucessos – CD – RCA / Sony / BMG

2001 – Nossas Canções – CD

2001 – Nuestras Canciones – CD

2002 – Perla Canta ABBA – CD

2006 – Maxximum – CD – Sony / BMG

2010 – Perla Canta Paraguay-Brasil –


PERLA NO YOUTUBE


FICHA TÉCNICA

.
  • Gravadoras: Continental (Warner) e RCA do Brasil (Sony);
  • Nome artístico: Perla ou Perla Paraguaia;
  • Nome original: Ermelinda Pedroso Rodríguez D’Almeida;
  • Origem: Brasil;
  • Início de carreira: Década de 1970;
  • Auge da carreira: Décadas de 1980, 1990 e 2000;
  • Gênero: Sertaneja, bolero, R&B, caipira e easy listening, dentre outras;
  • Resultado comercial: + de 15 milhões de cópias, dependendo da fonte consultada;


A SERTANEJA E SUAS PRIMAS


ONDE COMPRAR


REFERÊNCIAS E SUGESTÃO DE LEITURA

  • Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Perla
  • Giannini (divulgação): Imagem
  • Sony / BMG / RCA (divulgação): Imagem
  • Wikimedia: Imagens

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