KRAFTWERK (MÚSICA)

KRAFTWERK
RALF HUTTER (A PARTIR DE 1970)
FLORIAN SCHNEIDER (A PARTIR DE 1970)
WOLFGANG FLUR (A PARTIR DE 1974)
KARL BARTOS (A PARTIR DE 1976)
FRITZ HILPERT (A PARTIR DE 1989)
HENNING SCHMITZ (A PARTIR DE 1992)
FALK GRIEFFENHAGEN (A PARTIR DE 2013)
GEORG BONGARTZ (A PARTIR DE 2023)


INTRODUÇÃO

Logo acima, bem criativo e original, o Kraftwerk é uma das mais emblemáticas, originais, ousadas, inovadoras e respeitadas bandas de música eletrônica do mundo, com auge alcançado nas décadas 1970, 1980, 1990 e 2000, e ainda hoje é usado como ponto de referência em qualidade musical por produtores musicais, por músicos, pela mídia e pela crítica. Logo abaixo, a banda é um exemplo ainda hoje lembrado de música eletrônica urbana sofisticada, para ouvidos exigentes e seletivos.

O Kraftwerk é uma criativa, inovadora, influente e muito ousada banda de música eletrônica e de concreta, incluindo seus ritmos derivados ou subgêneros, como música house, música techno, música trance e drum and bass, por exemplo, formada na década de 1970 em Dusseldorf, na Alemanha, e com músicas de qualidade reconhecida pelo mercado, pela mídia e pela crítica lançadas nas décadas de 1970, 1980, 1990 e 2000 pelas gravadoras Kling Klang, EMI, Capitol, Warner, Philips, Vertigo, Mute, Astralwerks, Elektra, Mercury e Parlophone, a maioria dessas gravadoras atualmente de propriedade das gigantes americanas Universal Music e Warner Music.


Essa banda foi formada na década de 1970 pelos tecladistas, bateristas e compositores Half Hutter e Florian Schneider, ambos remanescentes da extinta banda de música Organisation, e, posteriormente, a partir de 1974, 1976, 1989 e 1992, somados aos músicos Wolfgang Flur, Karl Bartos, Fritz Hilpert e Henning Schmitz, que também estiveram e/ou estão entre os principais integrantes da banda. Ela foi uma das mais populares e bem sucedidas bandas de música urbana eletrônica de raiz europeias e ainda faz apresentações, mas agora em ritmo de trabalho menos intenso e com dois novos integrantes, Georg Bongartz e Falf Grieffenhagen.


A WARNER MUSIC

Atualmente, a americana Warner Music Group é uma holding que controla uma variedade de gravadoras dos mais variados estilos musicais. A Warner Records, por exemplo, é uma subsidiária da Warner Music Group, a terceira maior companhia proprietária de gravadoras do mundo, atrás apenas da Universal Music, a maior, e da Sony Music, a segunda maior do planeta.


A Warner Music Group foi propriedade do conglomerado gigante de telecomunicações e mídia Time Warner até 2004, teve ações colocadas no mercado acionário americano a partir de então e atualmente é propriedade da Acces Industries. Ela possui atualmente as gravadoras Continental / East West Music, Atlantic Records, Rhino Entertainment, Warner Records, Parlophone, Warner Music Nashville (música country), Maverick Records, Warner Chappell, WEA International, Elektra Records e Sire Records.


Essa holding emprega atualmente mais de 3.500 pessoas e opera em mais de 50 países.


PERFIL DA BANDA

Logo acima, uma imagem da década de 1980, com os integrantes Ralf Hutter, Karl Bartos, Wolfgang Flur e Florian Schneider, da esquerda para a direita. Logo abaixo, até a década de 1990 os integrantes do Kraftwerk usavam ternos clássicos, com paletó (peça externa), colete (peça interna), gravata e calça social, em suas apresentações.

O Kraftwerk (pronuncia-se Crráftvârc ou Cráftvârk) é uma criativa, inovadora e ousada banda de música concreta, de música eletrônica de raiz e de seus estilos ou ritmos derivados ou subgêneros, incluindo a house music, a trance music, a techno music e o drum and bass, formada na década de 1970 em Dusseldorf, na Alemanha. Ela foi formada pelos tecladistas, bateristas e compositores alemães Half Hutter e Florian Schneider e, posteriormente, a partir de 1974 e 1976, acompanhados pelos também tecladistas e bateristas Wolfgang Flur e Karl Bartos, que também estiveram entre os primeiros e principais integrantes da banda, substituídos, anos depois, por Fritz Hilpert e Henning Schmitz.


Essa banda é considerada uma das pioneiras desses gêneros musicais no mundo, uma das principais responsáveis pela popularização da música eletrônica de raiz em várias partes do mundo. Ela é considerada uma das mais populares, respeitadas e bem sucedidas bandas de música urbana eletrônica nos Estados Unidos, no Canadá, na Europa Ocidental, no Japão, na Austrália, na Coreia do Sul e até na América Latina nas décadas de 1970, 1980, 1990 e 2000 e ainda faz apresentações, mas agora em ritmo de trabalho mais tranquilo, menos cansativo. Atualmente, ela é considerada uma das mais icônicas bandas de música eletrônica do mundo, um exemplo de sofisticação em arranjos instrumentais, com vários hits considerados clássicos da música eletrônica.


Embora os próprios integrantes da banda evitem o rótulo ou status de banda musical de grife, inclusive fazendo questão de comercializar seus conteúdos a preços razoáveis, acessíveis a pessoas comuns, o Kraftwerk (ou a Kraftwerk, se você preferir) é considerado parte da elite da música eletrônica no mundo, mantendo-se por décadas na vanguarda criativa desse estilo musical, frequentemente comparado aos maiores e mais importantes nomes da música eletrônica mundial, como, por exemplo, Jean Michel Jarre, Chemical Brothers, Giorgio Moroder, Etienne de Crecy, Frankie Knuckles, Moby, New Order, Air, Pet Shop Boys, Calvin Harris, Erasure, Donna Summer, Kaskade, Suzanne Ciani, Earth Wind and Fire, Vangelis, Tangerine Dream e Chaka Khan.


Embora seja um grupo musical atuando em um nicho de mercado, portanto um segmento específico, a música eletrônica de raiz e seus estilos derivados, o Krafwerk pode ser considerado sim uma das mais bem sucedidas bandas musicais do planeta. Ele ainda está em atividade, mas agora com apenas um dos integrantes da sua formação original, o veterano Half Hutter, com 78 anos, fazendo apresentações musicais em várias partes do mundo, embora agora em ritmo bem mais tranquilo que antes.


O nome Kraftwerk significa usina de energia, no idioma alemão. Curiosamente, essa banda faz, no hit Radioactivity, uma crítica contra as usinas de energia atômicas instaladas no continente europeu, comuns por lá.


CARREIRA MUSICAL

No final da década de 1960, os então jovens músicos Half Hutter e Florian Schneider se conheceram no conservatório de música Robert Schumann, de Dusseldorf, onde participavam das atividades do conservatório. Inicialmente eles participavam da banda de música Organisation, na qual desempenharam atividades por pouco tempo, apenas alguns anos. Então, em 1970, os dois músicos remanescentes da banda Organisation decidiram fundar um novo grupo musical, mas dessa vez mais inclinado para a música concreta (uma espécie de “bisavó” da música eletrônica atual) e para a chamada música eletrônica de raiz, esta com elementos mais acentuados de sintetizadores, teclados e baterias elétricas e/ou baterias eletrônicas, introduzidos gradativamente na banda, ano após ano, não deixando mais dúvidas a respeito da natureza de sua estética musical, assumindo de vez o formato de música eletrônica, inclusive com a introdução de novos equipamentos de música criados, desenvolvidos e patenteados por eles mesmos.


A música eletrônica atual, “moderninha”, “leve” e “descolada”, que você ouve nas rádios FM, no YouTube, na TV por assinatura e nos aplicativos de música Spotify e Deezer, teve influência, maior ou menor, mais evidente ou mais sutil, da música do Kraftwerk e do Tangerine Dream, duas bandas musicais alemãs formadas por veteranos da música eletrônica de raiz. Talvez não seja exagero dizer que a música eletrônica atual, inclusive a dance, a house / synthpop, o drum and bass, o hip hop / trip hop, a trance, a techno, a disco, o funk americano (diferente do funk brasileiro), o rap, o rock progressivo e até o reggae a lounge music não seriam os mesmos se os veteranos integrantes do Kraftwerk não tivessem contribuído para a popularização da música eletrônica de raiz, que foi a origem ou teve grande influência sobre a maioria desses ritmos.


Em geral, bandas de dance music fazem sucesso, mas têm vida curta, enquanto grupos de techno music, drum and bass e house music não alcançam público de massa e se mantêm em um nicho de mercado, o que não é necessariamente ruim, pois nem sempre música de bom gosto é a mais consumida. Assim, seguindo a lógica do mercado de música, a banda Kraftwerk soube se manter no seu nicho de mercado, sem entrar ou tentar entrar em uma área onde não teria como obter êxito, ganhando assim o respeito do público urbano consumidor de música eletrônica mais exigente e de gosto musical mais apurado, mais seletivo, da crítica musical (que também é exigente) e da mídia. Eles conseguiram se manter na vanguarda de música eletrônica por mais de 40 anos, conseguiram a atenção do público, sem perder o respeito dele, embora tenham cometido alguns erros e exageros ou extravagâncias, mas nada grave.


Na verdade, a música do Kraftwerk não é, exatamente, uma música adequada para casas noturnas, discotecas, festas privadas ou boates, ou seja, ela não é, exatamente, uma música dançante ou de “azaração”. Ela é um tipo de música mais madura, digamos, para ser ouvida em casa, é uma música para ser ouvida com tranquilidade, sem pressa e com moderação, de preferência com fone de ouvido estéreo de alta qualidade, para aproveitar melhor as nuances da sonoridade elaborada do Kraftwerk, digna dos ouvidos mais exigentes e seletivos, que sabem identificar e separar o que é bom do que é ruim, separar o que é de boa qualidade e o que é de qualidade inferior.


Com o passar do tempo o Kraftwerk se tornou também uma banda cult de música eletrônica, considerada no mesmo nível de qualidade e estética musical do New Order, de Jean Michel Jarre, de Vangelis, do Tangerine Dream e de Suzanne Ciani, por exemplo.


Desde a década de 1990, alguns shows do Kraftwerk no Brasil foram transmitidos ao vivo pelo canal de TV por assinatura Multishow, da programadora Globosat / Globo, do Grupo Globo, aqui no Brasil. No total, a banda Kraftwerk esteve pelo menos duas vezes no Brasil, no Free Jazz Festival, em 1998; e no TIM Festival, em 2008.


PRINCIPAIS ÁLBUNS

Logo acima, a partir da década de 2000 os integrantes da banda Kraftwerk deixaram o visual clássico e formal de suit's de lado e passaram a realizar apresentações com roupas mais ousadas e modernas e/ou com visual mais temático, digamos. Logo abaixo, a partir da década de 2000 entra em cena os trajes futuristas, como que saídos de um filme de ficção científica. O público habitual do Kraftwerk, formado por muitos e muitos nerd's e geek's, adorou, é claro.

Os dois primeiros álbuns da banda Kraftwerk, que recebem os nomes Kraftwerk, de 1971, e Kraftwerk 2, de 1972, são compostos por um estilo meio indefinido de música eletrônica, que alguns críticos rotulam como música concreta e outros rotulam de música experimental. Esses dois primeiros álbuns não tiveram boa aceitação comercial e não é difícil entender o porquê, são demasiadamente experimentais.


O sucesso comercial foi alcançado a partir do quarto álbum Autobahn, de 1974, com a popularidade do grupo reafirmada a partir dos álbuns subsequentes, Radioactivity, de 1975, e Trans-Europe Express, de 1977. Para quem ainda não conhece o trabalho da banda Kraftwerk, o blog recomenda os álbuns Man Machine, 1978, Computer World, de 1981, Tour de France, de 2003, e, principalmente, as coletâneas Minimum Maximum, de 2005, e 3-D Catalogue, de 2017, ambas disponíveis em DVD, inclusive.


No total, foram 10 álbuns de estúdio, um melhor que o outro, 3 álbuns de coletânea remixada e/ou remasterizada e 2 álbuns de concertos ao vivo, totalizando mais de 40 anos de carreira da banda. A grande maioria das faixas podem ser vistas e/ou ouvidas pelo YouTube e/ou pelos aplicativos de música Spotify e Deezer. Para quem quer colecionar os trabalhos do Kraftwerk, os CDs, os LPs e os DVDs estão disponíveis em lojas de e-commerce, como, por exemplo, Americanas.com, Magazine Luiza, Livrarias Curitiba e Casas Bahia.


A maioria das músicas é cantada em inglês e alemão, mas há várias faixas cantadas em francês, espanhol, japonês, coreano e português.


KRAFTWERK (1971)

Gravadoras: Philips e Vertigo

Formato: LP

Principais faixas:

Resultado comercial:

Observação:


KRAFTWERK 2 (1972)

Gravadoras: Philips e Vertigo

Formato: LP e K7

Principais faixas:

Resultado comercial:

Observação:


RALF UND FLORIAN (1973)

Gravadoras: Philips e Vertigo

Formato: LP e K7

Principais faixas: Kristallo

Resultado comercial:

Observação:


AUTOBAHN (1974)

Gravadoras: Philips e Vertigo

Formato: LP e K7

Principais faixas: Autobahn

Resultado comercial:

Observação:


RADIOACTIVITY (1975)

Gravadoras: Kling Klang, EMI e Capitol

Formato: LP e K7

Principais faixas: Radioactivity

Resultado comercial:

Observação:


TRANS-EUROPE EXPRESS (1977)

Gravadoras: Kling Klang, EMI e Capitol

Formato: LP e K7

Principais faixas: Trans-Europe Express e Hall of Mirrors

Resultado comercial:

Observação:


MAN MACHINE (1978)

Gravadoras: Kling Klang, EMI e Capitol

Formato: LP e K7

Principais faixas: Robots, Spacelab, Model e Metropolis

Resultado comercial:

Observação: Recomendado pelo blog


COMPUTER WORLD (1981)

Gravadoras: Kling Klang, EMI e Warner

Formato: LP e K7

Principais faixas: Pocket Calculator, Computer Love e Home Computer

Resultado comercial:

Observação: Recomendado pelo blog


ELECTRIC CAFÉ (1986)

Gravadora: Kling Klang, EMI e Warner

Formato: CD, LP e K7

Principais faixas: Music Non Stop

Resultado comercial:

Observação:


TOUR DE FRANCE (2003)

Gravadora: Kling Klang, EMI e Astralwerks

Formato: CD e LP

Principais faixas: Tour de France, Vitamin, Aéro Dynamic

Resultado comercial:

Observação: Recomendado pelo blog


MINIMUM MAXIMUM (2005)

Gravadora: Kling Klang, EMI, Astralwerks e Virgin

Formato: CD, DVD e LP

Tipo: Coletânea ao vivo

Resultado comercial:

Observação: Recomendado pelo blog


3-D CATALOGUE (2017)

Gravadora: Kling Klang, Warner / Parlophone e WEA

Formato: CD, DVD / Blu-ray e LP

Tipo: Coletânea ao vivo

Resultado comercial:

Observação: Recomendado pelo blog


INTEGRANTES


FLORIAN SCHNEIDER

O vocalista e tecladista do grupo até 2008, um talentoso compositor de nacionalidade alemã, que também atuava, eventualmente, como flautista, guitarrista, saxofonista, baterista, violinista e percussionista. Ele foi um dos dois fundadores da banda Kraftwerk, um dos principais responsáveis pela qualidade estética musical do grupo de música eletrônica, respeitado no meio artístico, na mídia e na indústria fonográfica.


Assim como os demais membros da banda, Schneider era muito discreto, dava pouquíssimas entrevistas e evitava o máximo possível falar sobre sua vida pessoal.


Ele faleceu em 2020, vítima de câncer.


RALF HUTTER

Também um dos músicos originais da banda Kraftwerk, um dos dois fundadores, também um dos principais responsáveis pela qualidade estética musical do grupo. Ele é vocalista, tecladista, compositor, baterista, baixista e percussionista. Ele nasceu na Alemanha, é vegetariano, e, discretíssimo, sabe-se que é casado e tem uma filha. Do pouco que se sabe sobre sua vida pessoal, sabe-se que ele é um entusiasta do ciclismo profissional e amador, sendo ele mesmo um ciclista amador.


Atualmente com, acredite, 78 anos, ele é o principal integrante da banda e o que há mais tempo desempenha atividades nela, e não pensa em se aposentar.


FRITZ HILPERT

De nacionalidade alemã, ele foi um dos principais responsáveis pela qualidade estética do grupo até 2022, quando saiu da banda, principalmente por razões de saúde. Ele entrou no Kraftwerk em 1989, quando substituiu Wolfgang Flur, e, desde então, desempenhava funções de tecladista, engenheiro de som, compositor e baterista, um dos quatro principais integrantes da banda, até 2022, mas há quem diga que ele ainda desempenha papel eventual no Kratfwerk nos bastidores, como produtor musical e compositor.


Atualmente, com quase 70 anos de idade, ele administra os sites kraftwerk.com e klingklang.com, além de desempenhar funções como engenheiro de som na gravadora Kling Klang.


HENNING SCHMITZ

.

É um dos integrantes atuais da banda. Desde 1992, ele é percussionista e tecladista.


WOLFGANG FLUR


É um músico de nacionalidade alemã. Ele foi um dos integrantes da banda Kraftwerk, atuando como percussionista entre 1974 e 1991, mas parece que sua relação com os demais integrantes da banda não foi muito boa, com pelo menos dois atritos, um deles contestando a afirmação de que ele foi um dos criadores de uma das baterias elétricas / baterias eletrônicas usadas pela banda e outro impedindo temporariamente a circulação de uma autobiografia sua, na qual alguns trechos incomodaram os demais integrantes.


Atualmente, com 78 anos, ele ainda faz algumas apresentações como artista solo, inclusive como DJ em casas noturnas. Em 2015 e 2021 ele lançou álbuns solo de música eletrônica chamados Eloquence e Magazine 1, além de estar preparando mais um álbum solo. Em 2005 e 2020 ele fez parcerias musicais com a cantora japonesa Maki Nomiya e com a banda de música musical U96, respectivamente.


KARL BARTOS

Também é um músico de nacionalidade alemã, tendo atuado inclusive como compositor de algumas músicas do Kraftwerk, como, por exemplo, Computer World e Man Machine. Ele foi um dos principais integrantes da banda, atuando como percussionista e tecladista entre 1976 e 1991, saindo então por, segundo ele, cansaço com o perfeccionismo excessivo dos dois fundadores da banda.


Ele também seguiu carreira solo como consultor de música eletrônica e atuou como DJ em casas noturnas.


CLÁSSICOS DO KRAFTWERK


FICHA TÉCNICA

  • Gravadoras: Kling Klang, EMI, Capitol, Warner, Philips, Vertigo, Mute, Astralwerks, Elektra e Parlophone
  • Integrantes da banda: Florian Schneider, Half Hutter, Wolfgang Flur, Karl Bartos, Fritz Hilpert e Henning Schmitz, entre outros.
  • Origem: Alemanha;
  • Lançamento: 1970;
  • Auge: Décadas de 1970, 1980, 1990 e 2000;
  • Gêneros: Eletrônica, concreta, house, trance, drum and bass e techno;


MAIS MÚSICA ELETRÔNICA


VEJA TAMBÉM

REFERÊNCIAS E SUGESTÃO DE LEITURA

  • Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Kraftwerk
  • Wikipedia (em inglês): https://en.wikipedia.org/wiki/Karl_Bartos
  • Wikipedia (em inglês): https://en.wikipedia.org/wiki/Wolfgang_Fl%C3%BCr
  • Wikipedia (em inglês): https://en.wikipedia.org/wiki/Kraftwerk
  • Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Discografia_de_Kraftwerk
  • Wikipedia (em inglês): https://en.wikipedia.org/wiki/Kraftwerk_discography
  • Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Techno
  • Warner Music (divulgação): Imagens
  • Wikimedia: Imagens

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

AGRICULTURA E PECUÁRIA

MASSEY FERGUSON MF 265

MASSEY FERGUSON MF 290

MASSEY FERGUSON MF 275

TRATOR FORD 6600 (AGROPECUÁRIA)