PIPER SENECA

PIPER PA-34 SENECA
EMBRAER EMB-810 SENECA

INTRODUÇÃO
Piper Seneca - Aeronave bonita e eficiente, um dos modelos de bimotores leves a pistão para uso executivo mais vendidos do mundo

Piper Seneca é uma aeronave bimotor executiva a pistão de pequeno porte, com capacidade para transportar com razoável conforto um piloto e cinco passageiros em viagens intermunicipais e interestaduais (rotas domésticas), projetada e produzida em larga escala nos Estados Unidos a partir da década de 1970 pela Piper Aircraft, cujos aprimoramentos sucessivos resultaram na versão atualizada Seneca V Turbo.

aeronave também foi produzida no Brasil sob licenciamento pela Embraer até a década de 1990.

A Piper Aircraft é uma grande e tradicional empresa norte-americana fabricante de aviões leves a pistão, monomotores e bimotores, atualmente sediada em Vero Beech, no estado da Flórida, nos Estados Unidos. Desde sua fundação em 1937, por William Piper, a empresa já fabricou mais de 140.000 aviões, entre monomotores e bimotores, entre tracionados por motores a pistão e turboélices. Atualmente, há mais de 90.000 aviões fabricados pela Piper Aircraft em condições normais de operação, nos cinco continentes do planeta.

As principais concorrentes da Piper Aircraft no mercado mundial de aviões leves a pistão são a Beechcraft Corporation, a Cessna Aircraft, a Cirrus Aircraft e a Mooney Aircraft, essas quatro nos Estados Unidos, a Daher Socata, da França, e a Vulcanair, da Itália.

CRIAÇÃO E DESENVOLVIMENTO
Imagem de um Piper Seneca decolando de um aeroporto com pista de pouso pavimentada. As operações dessa aeronave em pistas de pouso sem pavimentação também são comuns no Brasil e em muitos outros países.

O Piper Seneca, conhecido também como Piper PA-34, foi desenvolvido como um derivado bimotor do monomotor Piper Cherokee Six, conhecido posteriormente como Piper 6X. O protótipo foi um Cherokee Six que teve seus motores montados na asa. O protótipo voou como uma aeronave de três motores nos estágios iniciais do programa de testes.

PIPER PA-34-200 SENECA I
Seneca I - A primeira versão do bimotor a pistão fabricado pela Piper. Ainda hoje, muitos exemplares do Seneca I são usados por empresas de transporte de cargas aéreas e escolas de aviação de muitos países.

Piper PA-34-200 Seneca I foi certificado em 1971 e introduzido no final do mesmo ano como modelo 1972. Esta versão mais antiga do Piper Seneca é alimentada por dois motores Lycoming IO-360-C1E6 aspirados. O motor do lado direito é um Lycoming LIO-360-C1E6 variante do motor IO-360-C1E6. A letra “L” na sua designação indica que o virabrequim gira na direção oposta, dando ao Piper Seneca I motores contra-rotativos. A intenção da Piper com esse conceito de motorização contra-rotativa era reduzir as limitações de motor crítico e tornar a aeronave mais controlável em caso de desligamento ou falha de qualquer motor.

As primeiras unidades de Piper Seneca I fabricadas têm peso máximo de decolagem de aproximadamente 1.810 kg, enquanto as unidades produzidas posteriormente têm seu peso máximo de decolagem aumentado para aproximadamente 1.910 kg.

Mais de 900 unidades da versão Seneca I foram fabricadas.

PIPER PA-34-200T SENECA II

Seneca II - Ainda hoje, muitas unidades dessa versão do Piper Seneca são usadas por empresas de taxi aéreo, transporte de cargas aéreas e escolas de aviação de muitos países.

Após ser criticada sobre a qualidade de comportamento da aeronave, a Piper Aircraft introduziu no mercado o Piper PA-34-200T Seneca II. A aeronave foi certificada em 1974 e lançada como modelo de 1975. Esse modelo melhorado incorporou discretas mudanças estéticas e mudanças mecânicas nos controles de solo da aeronave, ailerons mais alongados e balanceados e a adição de um anti-servo no leme.

A letra "T" na designação do modelo reflete uma mudança para uma motorização mais potente, com turbocompressor ou turbocharged, em inglês, com seis cilindros Continental TSIO-360-E ou ainda EB, para uma performance melhorada, principalmente acima de 5.000 metros de altitude. No Seneca II a Piper manteve o conceito de motorização contra-rotativa de seu irmão mais antigo Seneca I.

O Seneca II possibilita a montagem dos assentos em club seating dos quais os assentos do centro ficam virados para trás e os dois assentos traseiros normalmente para frente, permitindo uma configuração mais confortável para os passageiros.

O peso máximo de decolagem do Seneca II foi aumentado para aproximadamente 2.070 kg. O peso máximo de pouso dessa versão é de aproximadamente 1.970 kg. Com um olhar mais atento, percebe-se mudanças estéticas no formato das janelas laterais, mais elegantes, e no formato das carenagens dos motores, estas mais arredondadas, também mais bonitas.

Muitas unidades do Seneca II ainda estão operando em muitos países, transportando passageiros e cargas, principalmente em parte da América Latina e em países africanos, atraídos pelo baixo preço de aquisição desse modelo no mercado de aeronaves usadas. Entretanto, em países desenvolvidos e em desenvolvimento, incluindo o Brasil, a tendência de longo prazo é a sua substituição por versões mais modernas do Piper Seneca e do Beechcraft Baron, seu principal concorrente.

Mais de 2.500 unidades da versão Seneca II foram fabricadas.

PIPER PA-34-220T SENECA III
Seneca III - Uma das versões mais vendidas do Piper Seneca. Muitas unidades desse modelo ainda estão voando, transportando passageiros e cargas, inclusive no Brasil. Com um olhar mais atento, percebe-se as hélices de três pás, que geram menos ruído, e o para-brisa em peça única.

A terceira versão do Seneca, o Piper PA-34-220T Seneca III, foi lançada no início da década de 1980. A mudança na designação desse modelo reflete mais uma vez uma melhoria estética, uma melhoria na motorização e uma melhoria nos aviônicos. Foram escolhidos na fabricação da aeronave os motores Continental TSIO-360-KB, os quais produzem 220 hp (cavalos) de potência na decolagem e no início da subida, porém mantêm essa potência somente por alguns minutos, com uma redução em seguida para 200 hp.

Com esse aumento da potência, e com o limite dos motores aumentado de 2.575 rpm para 2.800 rpm, melhorou a performance de subida e cruzeiro. Essa terceira versão da aeronave também incorporou um novo para-brisa inteiriço (a peça metálica central foi retirada, resultando em um conjunto mais elegante), um painel de instrumentos metálico, ao invés de plástico, e alguns modelos tinham flaps operados eletricamente.

O peso máximo de decolagem do Seneca III foi aumentado ainda mais para aproximadamente 2.150 kg e o peso máximo de pouso também foi aumentado para aproximadamente 2.050 kg.

A maioria das unidades de Seneca III foram fabricadas com sistema elétrico de 14 volts, entretanto algumas dezenas de unidades foram fabricadas com sistema de 24 volts. O Seneca III foi a primeira versão com o sistema de degelo do bordo de ataque das asas, oferecido como opcional.

Mais de 900 unidades do Seneca III foram fabricadas.

PIPER PA-34-220 T SENECA IV

Seneca IV - Com um olhar mais atento percebe-se as entradas de ar arredondadas das carenagens dos motores. Essa versão do Piper Seneca é intensivamente usada no Brasil para transporte executivo de passageiros por empresas de taxi aéreo e também para transporte particular, a trabalho e / ou lazer.

Em 1994, a Piper Aircraft introduziu no mercado o Seneca IV, tendo adquirido sua certificação em 1993. Este modelo é parecido com o Seneca III, mas oferecendo algumas melhorias, como a modificação na carenagem do motor, com entradas de ar arredondadas, para uma melhor performance em cruzeiro. A fabricante manteve no projeto a técnica contra-rotativa de motorização com o Continental TSIO-360-KB e os pesos máximos permaneceram os mesmos.

No Brasil, na década de 1990, a Embraer chegou a fabricar dezenas de unidades do Seneca IV, com seu nome alterado para Embraer EMB-810 Seneca IV, com qualidade de fabricação semelhante aos critérios adotados pela Piper americana. Nessa década, esses aviões brasileiros foram fabricados pela Neiva, uma subsidiária da Embraer.

O acordo de licenciamento para fabricação de aeronaves entre a Piper e a Embraer foi encerrado no final da década de 1990 e, por consequência, os aviões modelo Seneca passaram a ser disponibilizados ao consumidor brasileiro apenas sob importação dos Estados Unidos, por preços de aquisição maiores.

A proposta original da Piper, de um produto voltado para agropecuaristas, empresários de executivos de alto poder aquisitivo, que geralmente estão adquirindo seu primeiro avião bimotor (nesses casos, a maioria desses clientes tendem a trocar os seus monomotores por bimotores pela primeira vez), foi mantida com os razoáveis custos operacionais da aeronave, se comparados aos aviões turboélices bimotores e jatos bimotores, ambos com custos operacionais mais altos.

Mais de 70 unidades da versão Seneca IV foram fabricadas.

PIPER PA-34-220 T SENECA V

Seneca V - Essa versão atual do Piper Seneca também é intensivamente usada no Brasil para transporte executivo de passageiros por empresas de taxi aéreo e também para transporte particular, a trabalho e / ou lazer.

Certificado em 1996, o Piper PA-34-220 T Seneca V é a mais moderna versão do Piper Seneca, é a versão mais recente. Ela foi colocada em produção como modelo do ano de 1998. Novamente sutis mudanças estéticas internas e externas foram implementadas, muitos switches (espécie de interruptores) foram realocados no painel e a versão Continental TSIO-360-RB de motorização com turbo com intercooler, foi introduzida no projeto. Essa versão turbo dispõe de uma válvula de segurança waste gate para garantir um funcionamento sempre dentro dos limites do motor Continental.

O peso máximo de decolagem do Seneca V foi mantido em 2.150 kg, portanto continua o mesmo do Seneca III e do Seneca IV. O peso máximo de pouso também foi mantido.

Finalmente, essa versão aprimorada Seneca V dispõe de um bom conjunto de aviônicos para navegação e segurança, composto pelo moderno sistema de navegação EFIS - Electronic Flight Instrument System, composto pelas telas PFD  - Primary Flight Display e pela tela MFD -  Multi Function Display, e seu acabamento interno foi melhorado com emprego de bons materiais.

A Piper oferece no Seneca V ar condicionado para diminuir a temperatura da cabine de passageiros em dias quentes, equipamento que fornece oxigênio na cabine para ser usado em altitudes acima de 5.000 metros e um pequeno refrigerador na cabine de passageiros para água mineral, bebidas, sucos e refrigerantes.

NO BRASIL

Um belo exemplar do Embraer Seneca de propriedade de uma empresa de taxi aéreo. As versões Seneca II, Seneca III e Seneca IV foram fabricadas no Brasil nas décadas de 1970, 1980 e 1990, inicialmente pela Embraer e posteriormente pela sua subsidiária Neiva.

No Brasil, as versões com a motorização Continental TSIO-360 no Seneca II (hélices com duas pás), no Seneca III (hélices com três pás) e no Seneca IV (hélices com três pás) foram um grande sucesso de vendas nas décadas de 1970, 1980 e 1990, graças a uma variada combinação de fatores, entre eles o acordo de licenciamento firmado entre a Piper e o fabricante brasileiro Embraer, que concordaram numa nova denominação EMB-810 para o mesmo projeto básico, seguindo praticamente os mesmos respeitáveis padrões de construção das asas e fuselagem, utilizados nos Estados Unidos.

O Embraer EMB-810 Seneca também foi fabricado pela subsidiária da Embraer, a Indústria Aeronáutica Neiva, em Botucatu, interior do Estado de São Paulo. Mais de 800 unidades de Embraer Seneca foram fabricadas e comercializadas no Brasil.

Alguns anos atrás a Embraer trocou o nome da Neiva para Unidade Embraer Botucatu, mas a marca Neiva foi mantida.

MERCADO

É comum no meio aeronáutico a comparação técnica e de mercado do Seneca II, do Seneca III, do Seneca IV e do Seneca V com o seu principal concorrente, o bimotor a pistão Beechcraft Baron B-58 / Beechcraft Baron G-58: O avião da Piper acomoda com mais conforto os seus passageiros graças a um projeto de fuselagem um pouco mais larga, enquanto o modelo da Beechcraft oferece um nível de ruído interno atenuado graças a uma construção com emprego de alguns materiais de isolamento acústico mais nobres e melhor vedação das portas.

Os níveis de consumo de combustível dos aviões das duas marcas são próximos e a Beechcraft se empenhou em projetar e fabricar uma aeronave com robustez estrutural e motorização mais potente para enfrentar condições problemáticas, principalmente para decolagem com tanques cheios e em dias quentes.

Pela capacidade de pousar e decolar em pistas de pouso sem pavimentação, o Piper Seneca foi escolhido por muitos agropecuaristas e agricultores brasileiros como o seu meio de transporte para visitas às suas fazendas e também por muitos empresários e executivos para visitas às filiais de empresas, fornecedores e revendedores.

O Piper Seneca é uma das aeronaves bimotoras leves a pistão mais vendidas do mundo, mais de 5.200 unidades desse modelo foram produzidas, incluindo as versões licenciadas para a Embraer.

Atualmente, o Seneca V é fabricado nos Estados Unidos pela Piper Aircraft que o oferece bem equipado por cerca de US$ 1,3 milhão (novo).

A Piper Aircraft é representada no Brasil pela JP Martins Aviação, localizada no Aeroporto Campo de Marte, dentro da cidade de São Paulo. É um dos maiores revendedores da Piper Aircraft fora dos Estados Unidos, e também presta serviços de manutenção para toda linha de aviões da marca Piper.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
FICHA TÉCNICA

SENECA I
  • Capacidade: 1 piloto e 5 passageiros;
  • Comprimento: Aprox. 8,7 metros;
  • Envergadura: Aprox. 12 metros;
  • Altura: Aprox. 3 metros;
  • Área da asa: 19.4 m²;
  • Peso vazio: 1.190 kg;
  • Carga útil máxima: 715 kg;
  • Peso máximo de decolagem: Aprox. 1.810 kg;
  • Peso máximo de decolagem: Aprox. 1.910 kg;
  • Velocidade de cruzeiro: Aprox. 300 km / h;
  • Motorização (potência): 2 X Lycoming IO-360-C1E6 aspirado (200 hp / cada);
  • Hélices: Hartzell (duas pás);
  • Teto de serviço: Aprox. 5.456 metros;
  • Consumo médio (AVGAS): Aprox. 100 litros / hora (lotado / 75% potência);
  • Consumo médio (AVGAS): Aprox. 0,06 litro / passageiro / km voado;
  • Razão de Subida: Aprox. 400 metros / minuto;
  • Alcance: Aprox. 1.300 quilômetros (lotado / 75% potência / com reservas);
  • Pista de pouso: Aprox. 1.200 metros (lotado / dias quentes / tanques cheios);
  • Preço (no Brasil): US$ 98 mil (usado / bom estado de conservação);

SENECA II
  • Capacidade: 1 piloto e 5 passageiros;
  • Comprimento: Aprox. 8,7 metros;
  • Envergadura: Aprox. 12 metros;
  • Altura: Aprox. 3 metros;
  • Velocidade de cruzeiro: Aprox. 350 km / h;
  • Motorização (potência): 2 X Continental TSIO-360-E turbo ou EB turbo;
  • Peso máximo de decolagem: Aprox. 2.070 kg;
  • Pista de pouso: Aprox. 1.200 metros (lotado / dias quentes / tanques cheios);
  • Preço (no Brasil): Aprox. US$ 120 mil (usado / bom estado de conservação);
  • Preço (no Brasil): Aprox. US$ 160 mil (usado / novos de caixa);

SENECA III
  • Capacidade: 1 piloto e 5 passageiros;
  • Velocidade de cruzeiro: Aprox. 350 km/h;
  • Motorização (potência): 2 X Continental TSIO-360-KB turbo (220 hp / cada);
  • Comprimento: Aprox. 8,7 metros;
  • Envergadura: Aprox. 12 metros;
  • Altura: Aprox. 3 metros;
  • Teto de serviço: Aprox. 6.500 metros;
  • Peso máximo de decolagem: Aprox. 2.150 kg;
  • Consumo médio (AVGAS): Aprox. 120 litros / hora (lotado / 75% potência);
  • Consumo médio (AVGAS): Aprox. 0,07 litro / passageiro / km voado;
  • Pista de pouso: Aprox. 1.200 metros (lotado / dias quentes / tanques cheios);
  • Preço (no Brasil): Aprox. US$ 148 mil (usado / bom estado de conservação);
  • Preço (no Brasil): Aprox. US$ 198 mil (usado / novos de caixa);

SENECA IV
  • Capacidade: 1 piloto e 5 passageiros;
  • Velocidade de cruzeiro: Aprox. 350 km/h;
  • Motorização (potência): 2 X Continental TSIO-360-KB turbo (220 hp / cada);
  • Hélices: McCauley (três pás);
  • Comprimento: Aprox. 8,7 metros;
  • Envergadura: Aprox. 12 metros;
  • Altura: Aprox. 3 metros;
  • Teto de serviço: Aprox. 6.500 metros;
  • Peso máximo de decolagem: Aprox. 2.150 kg;
  • Consumo médio (AVGAS): Aprox. 120 litros / hora (lotado / 75% potência);
  • Consumo médio (AVGAS): Aprox. 0,07 litro / passageiro / km voado;
  • Pista de pouso: Aprox. 1.200 metros (lotado / dias quentes / tanques cheios);
  • Preço (no Brasil): Aprox. US$ 380 mil (usado / bom estado de conservação);

SENECA V
  • Capacidade: 1 piloto e 5 passageiros;
  • Velocidade de Cruzeiro: Aprox. 350 km / h;
  • Motorização (potência): 2 X Continental TSIO-360-RB turbo (220 hp / cada);
  • Hélices: McCauley (três pás);
  • Turbo: Allied Signal Garrett;
  • Injeção de combustível: Bendix;
  • Alternador: 28 volts / 85 ampères;
  • Bateria: 24 volts / 19 ampères;
  • Aviônicos: Bendix King (até 2000);
  • Aviônicos: Garmin (a partir de 2001);
  • Transponder: Garmin;
  • Comprimento: Aprox. 8,7 metros;
  • Envergadura: Aprox. 12 metros;
  • Altura: Aprox. 3 metros;
  • Teto de serviço: Aprox. 6.500 metros;
  • Consumo (AVGAS): Aprox. 120 litros / hora (75% potência / lotado);
  • Consumo (AVGAS): Aprox. 0,07 litro / passageiro / km voado;
  • Pista de pouso: Aprox. 1.200 metros (lotado / dias quentes / tanques cheios);
  • Alcance: Aprox. 1.200 quilômetros (75% potência / lotado / com reservas);
  • Peso máximo de decolagem: Aprox. 2.150 kg;
  • Flaps: Elétricos;
  • Trem de pouso: Hidráulico;
  • Tubo de pitot: Aquecido;
  • Freios: A disco;
  • Preço (no Brasil): Aprox. US$ 480 mil (usado / bom estado de conservação);
  • Preço (no Brasil): Aprox. US$ 980 mil (semi-novo)
  • Preço (no Brasil): Aprox. US$ 1,3 milhão (novo);

ONDE COMPRAR

TRÊS VISTAS


GALERIA DE IMAGENS

Logo acima, o moderno cockpit do Seneca V, a mais recente versão do bimotor a pistão da Piper. O painel é composto pelos aviônicos no conceito EFIS - Electronic Flight Instrument System, com duas telas PFD - Primary Flight Display, ou primárias, e uma tela MFD - Multi Function Display, ou multifuncional. Logo abaixo, um exemplo típico de cockpit convencional do Seneca em suas versões anteriores, com instrumentos analógicos, entretanto certificado para operação por instrumentos.




Logo acima e logo abaixo, duas imagens das opções de acabamento disponíveis para a versão atual e para as versões anteriores dos aviões Piper Seneca, a primeira em tom cinza e a segunda em tom pastel ou bege, ambas em couro




Logo acima, uma imagem da década de 1980, a versão brasileira do Seneca III, fabricada no Brasil pela Embraer. Logo abaixo, a segunda versão brasileira do Seneca II, licenciada da Piper americana.




Logo acima, o acabamento interno das versões mais recentes do Seneca é bom e o espaço interno é suficiente para quatro passageiros adultos na parte de trás da cabine, em club seat, isto é, quatro passageiros frente a frente, e mais um passageiro adulto ao lado do piloto. Porém, não é permitido que o passageiro ao lado do piloto toque nos controles de voo... Logo abaixo, imagem em close do novo painel do Seneca V, com aviônicos Garmin, no conceito glass cockpit.




Logo acima, as versões do Piper Seneca e Embraer Seneca com motorização turbinada são as mais adequadas para sobrevoar regiões montanhosas e / ou  altas, embora na maioria dos casos também seja tecnicamente possível sobrevoar regiões altas com a antiga versão aspirada... Logo abaixo, é comum ver esses dois modelos de aeronaves em aeroportos e aeródromos do interior, com ou sem pistas de pouso pavimentadas.




Logo acima, manetes de potência do bimotor a pistão Piper Seneca. Logo abaixo, o coração da máquina, o motor Continental com turbo, com seis cilindros horizontais opostos


VEJA TAMBÉM

REFERÊNCIAS E SUGESTÃO DE LEITURA
  • Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Piper_Seneca
  • Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Piper_Aircraft
  • Piper (divulgação): Imagens
  • Embraer (divulgação): Imagens
  • Wikimedia: Imagens

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